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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Técnicas para Melhorar a Auto - estima. Pergunta de Internauta



olá,
vou fazer uma atividade com um grupo de mulheres que possuem cancer..
Você tem alguma dinamica de grupo pra me sugerir? que trabalhe com auto estima??
obrigada

Olá, para que eu possa me situar preciso que você me dê mais detalhes, como:
Como é o grupo? Quantas pessoas. Elas se conhecem? Faixa etária, etc.
Qual é o objetivo da Atividade. Quanto tempo tem para trabalhar com elas. Você já vem realizando um trabalho com elas?
Quais as dificuldades que vem enfrentando? Sei que falou que quer melhorar a auto-estima. Mas, em que sentido.

No aguardo.

Abraços,

Lilian Bendilatti



terça-feira, 24 de maio de 2011

DINÂMICA DE SENSIBILIZAÇÃO E AUTO CONHECIMENTO - TRONCO, CABANA E CORRENTE DE ÁGUA

OBJETIVO: Autoconhecimento, Avaliação do grau de integração e equilíbrio entre; corpo físico,  área emocional e alma.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:  Aparelho de som com música suave, de preferência com tema de natureza.               
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão um exercício para se conhecerem melhor e que é muito importante encarar com seriedade e respeito, pois irão tratar de si mesmos.
DESENVOLVIMENTO:
1-    O facilitador coloca a música para tocar e diz ao grupo que irá relaxar. Pede para, antes se espreguiçarem e fazerem alguns alongamentos para soltar o corpo.
2-    Inicia o relaxamento partindo dos pés e compreendendo todas as partes do corpo.
Por exemplo:
Prestem atenção em seus pés, sinta-o relaxar. A planta do pé, a sola, os dedos. Relaxe totalmente. Sinta seus pés pesados. Agora preste atenção em suas pernas. Relaxe-as, sinta relaxar as panturrilhas ,as coxas. Sinta sua perna pesada.... E assim por diante.
3-    Quando estiverem relaxados, pedir para que respirem profundamente. Inspirando longamente, e com isso expandido o abdome e expirando na metade do tempo da inspiração, contraindo o abdome, a fim de que entrem em um estado mais rebaixado de consciência.
4-    Pedir, então para que imaginem uma bola azul se aproximando deles, e esta os envolverá e os levará a uma floresta.
5-    Começar o exercício propriamente dito, dizendo:
(as perguntas formuladas durante o exercício não devem ser respondidas em voz alta, são apenas para autorreflexão. Os participantes irão expor suas sensações e sentimentos no final do exercício.)
- Imagine-se como um tronco de árvore.
     - Torne-se um tronco de árvore.
     - Veja-se como um tronco de árvore. O que tem ao seu redor?
     - Sinta como é ser um tronco de árvore.
     - Como você é como um tronco de árvore. Que tipo você é?  Qual sua forma? Como são suas cascas e raízes?
     - Como é sua existência como tronco de árvore?
     - Que tipos de coisas lhe acontecem sendo um tronco de árvore?
    - Bem perto desse tronco existe uma cabana.
     - Torne-se agora essa cabana.
     - Sinta-se como é ser essa cabana.
     - Descreva-se como essa cabana. Como você é? O que tem dentro de você como cabana? O que sente como cabana? Entre em contato com você como cabana.
    - Agora, perto dessa cabana há uma corrente de água.
    - Torne-se essa corrente de água.
    - Sinta-se como é ser essa corrente de água.
    - Descreva-se. Como você é? O que tem ao seu redor?  O que sente como cabana? Entre em contato com você como corrente de água.
    - Que tipo de experiências você tem como corrente de água?
     - Agora, como corrente de água fale com a cabana. O que diz a ela? O que ela responde? Mantenha um diálogo com ela.
    - Agora se torne a cabana converse com o tronco de árvore. O que tem a dizer a ele? O que ele responde?
    - Agora torne-se o tronco e converse com a cabana e com a corrente de água. O que você diz a elas? O que elas respondem?
   - Qual a relação que vê entre o tronco, a cabana e a corrente de água. O que eles têm em comum? O que têm de diferente?
  - Finalizar o exercício, pedindo para que imaginem, novamente,  a bola azul se aproximando deles e envolvendo-os. Ela irá trazê-los de volta a sala.
DISCUSSÃO:
 Perguntar o que sentiram?
 Como foi a experiência.
Pedir para que cada um diga:
Como era enquanto tronco, cabana e corrente?
O que disseram uns para os outros, o tronco, a cabana e a corrente?
Qual a relação ou diferença entre eles?
REFLEXÃO:
- Concluir que não há certo ou errado nas respostas e percepções. Que servem para nos conhecermos melhor, pois:
- o tronco é a representação de nosso corpo físico e lado material.
- a cabana de nossas emoções e sentimentos.
- e a corrente de água de nossa alma ou espiritualidade.
O ideal é que haja equilíbrio e uma boa relação entre as partes, mas que como estamos em processo de evolução nem sempre conseguimos isso. O importante é nos conhecer para podermos atuar em nossas dificuldades e maximizar nossos potenciais.
Desenvolver-se espiritualmente é uma das formas de alcançar esse equilíbrio e nos ligarmos com Deus. O importante é buscar a integralidade do ser.
O INSTRUTOR/FACILITADOR PRECISA ESTAR ATENTO PARA:
   - O grupo se envolveu na atividade?
   - O facilitador pode pedir ao grupo que ajude os que sentiram dificuldade ou que puderam perceber algo a ser trabalhados em si mesmos, gerando um clima de aconselhamento e ajuda mútua.

Releitura do exercício de mesmo nome do livro Tornar-se Presente, Stevens, John O. – Ed. Summus.

Lilian Bendilattihttp://www.dinamicaspassoapasso.blogspot.com/

Acesse também: www.centrodenumerologia.com.br
                             
www.centrodenumerologia.blogspot.com

Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
Faça um comentário ou
mande um e-mail: dinamicaspassoapasso@gmail.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

DINÂMICA PARA DESENVOLVIMENTO PESSOAL E AUTOCONHECIMENTO – A ESTRADA

PARTICIPANTES: até 15 pessoas
OBJETIVO: Autoconhecimento, Análise e Avaliação de como a pessoa tem conduzido sua vida. Vislumbrar barreiras e empecilhos que existem em sua jornada, assim como soluções para transpor esses obstáculos e dificuldades.
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:  Papel e lápis
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão uma atividade que propiciará o autoconhecimento e ainda avaliar como estão conduzindo suas vidas. Assim poderão vislumbrar maneiras de conduzi-la de forma mais proativa.

DESENVOLVIMENTO:  
Entregar lápis e papel para cada um e pedir para que desenhem uma estrada. 
Assim que delinearem a estrada o facilitador deve pedir para continuarem com seus papéis e irem acrescentando as respostas as perguntas que irá fazer.  As respostas podem ser dadas em forma de desenho ou de texto.
O facilitador então faz as seguintes perguntas.
- De onde vem e para onde vai sua estrada?
- Em que parte da estrada você está, hoje?
- Represente ou escreva como se sente nessa estrada. Ela é confortável, desconfortável. Que sentimentos e sensações ela lhe transmite?
- Tem gente nessa estrada? Quem são?
- Tem obstáculos nessa estrada?
- Gostaria de acrescentar algo mais a essa estrada?
Quando todos tiverem terminado pedir para apresentarem suas estradas e descrevê-las para o grupo.

REFLEXÃO:
Após terem terminado suas estradas pedir para que a apresentem para os outros participantes do grupo levando em consideração as seguintes questões:
- O que a estrada representa?
- Como se sentem nela?
- Estamos sozinhos?
- O que representam nossos pais, amigos, professores, etc... em nossa caminhada?
- Nossos valores podem dificultar ou facilitar nossa caminhada?
- Como podemos aproveitar bem nossa caminhada.
- Que providencias temos que tomar para que nossa caminhada seja melhor?
- Aonde termina nossa estrada?

Ao final da discussão, pedir para completarem seu trabalho, desenhando ou escrevendo, respondendo a mais essas perguntas:
- Que sinalizações ou avisos, acrescentaria para facilitar seu caminho nessa estrada?
- Como faria para superar os obstáculos?
- Colocaria mais alguém ou algo em sua estrada?
- Finalmente, como se sentem agora, em sua estrada?


CONCLUIR:
Nossa vida, felizmente, é uma estrada muito bem sinalizada por nossos pais, mestres e pessoas que nos amam. Estes sinais não são colocados para nos entristecer e sim para a nossa felicidade.   Nosso autodesenvolvimento e nosso desenvolvimento espiritual, independente de religião estão a todo o  momento,  sinalizando o  que  nos trará realização. Os sinais existem, mas não nos dirigem, obrigando-nos a seguí-los.  Também nós somos livres para guiar nossos passos pelos caminhos que desejamos através do livre-arbítrio.
É um processo onde o que importa é caminhar e ter claro onde chegar, conhecendo e ultrapassando os obstáculos, percebendo as lanternas que são as saídas que precisamos encontrar.

O INSTRUTOR/FACILITADOR PRECISA ESTAR ATENTO PARA:
   - O grupo se envolveu na atividade?
   - Tentar fazer com que o grupo ajude e ampare alguém  que apresentou alguma dificuldade mais premente.

Lilian Bendilatti
http://www.dinamicaspassoapasso.blogspot.com/

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