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segunda-feira, 27 de abril de 2015

ROTEIRO PARA TRABALHAR A HISTÓRIA: A Ação Mais Importante.Ajuda mútua, compaixão, caridade, solidariedade.

A AÇÃO MAIS IMPORTANTE
(autor desconhecido)
 
OBJETIVO: História para trabalhar: Ajuda mútua, compaixão, caridade, solidariedade.
 
DESENVOLVIMENTO:
1- Contar a história como a seguir. Note que será contada, inicialmente, uma parte da história.
A ação mais importante
 
Um dia, um advogado famoso foi entrevistado. Entre tantas questões, lhe perguntaram o que de mais importante fizera em sua vida. No momento, ele falou a respeito do seu trabalho com celebridades. Mais tarde, penetrando as profundezas de suas recordações, relatou: “o mais importante que já fiz em minha vida ocorreu no dia 8 de outubro de 1990”.

Estava jogando golfe com um ex-colega e amigo que há muito não via. Conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele contou-me que sua esposa acabara de ter um bebê. Estávamos ainda jogando, quando o pai do meu amigo chegou e lhe disse que o bebê tivera um problema respiratório e fora levado às pressas ao hospital.

Apressado, largando tudo, meu amigo entrou no carro de seu pai e se foi. Fiquei ali, sem saber o que deveria fazer. Seguir meu amigo ao hospital? Mas eu não poderia auxiliar em nada a criança, que estaria muito bem cuidada por médicos e enfermeiras. Nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação.

Ir até o hospital e oferecer meu apoio moral? Talvez. Contudo, tanto meu amigo como a sua esposa tinham famílias numerosas.Sem dúvida, eles estariam rodeados de familiares e de muitos amigos a lhes oferecer apoio e conforto, acontecesse o que fosse. A única coisa que eu iria fazer no hospital era atrapalhar. Decidi que iria para minha casa.

2- Nesse ponto da história perguntar ao grupo:
- O que fariam no lugar desse advogado? Por quê?
Devem aparecer respostas como: eu iria e ajudaria, eu não iria para não me intrometer ou perturbar, eu não iria para não ser visto como intruso, etc. (listar no quadro ou flip  as respostas).
3- Após o levantamento de todas as respostas, contar o restante da história.

A ação mais importante (continuação)
 
Quando dei a partida no carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu veículo aberto. E com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis. Decidi, então, fechar o seu carro e levar as chaves até o hospital. Como imaginara, a sala de espera estava repleta de familiares. Entrei sem fazer ruído e fiquei parado à porta.
Não sabia se deveria entregar as chaves, conversar com meu amigo…
Nisso, um médico chegou e se aproximou do casal, comunicando a morte do bebê. Eles se abraçaram, chorando.
O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança. Eles ficaram de pé e se encaminharam para a porta.
Ao me ver, aquela mãe me abraçou e começou a chorar.
Meu amigo se refugiou em meus braços e me disse: “muito obrigado por estar aqui!”
Durante o resto da manhã, fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurando seu bebê, e se despedindo dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!
4- Assim, que o facilitador terminar de contar a história, perguntar ao grupo:
- E agora, mudariam de opinião? Se sim por quê? Se não, por quê?
- O que faz com que não ajudemos mais aos outros? O que nos impede?
- Se ajudarmos e formos mal retribuídos, vamos ficar magoados ou com raiva?
(usar as respostas levantadas, anteriormente para direcionar a discussão).

CONCLUSÃO:
Concluir que muitas vezes não nos predispomos a ajudar, por:
- vergonha.
- orgulho.
- por achar que não é de nossa conta.
- por medo de sermos mal interpretados ou até mesmo que a pessoa que ajudamos não goste.
- por não termos tempo ou pensar que devemos apenas cuidar de nós mesmos.
É importante perceber que mesmo que as pessoas não nos peçam elas podem estar precisando de algo ou até mesmo apenas de nosso apoio. Muitas vezes nem sabe que precisam e só percebem quando recebem.
A empatia é o melhor balizador para nos impulsionar a ajudar.
Mesmo que a pessoa não goste, nós nos predispusemos. Às vezes a pessoa é orgulhosa demais ou acha que não merece ser ajudada.
E principalmente: Não fazer o mal, não significa fazer o bem. A caridade e ajuda mútua pressupõe fazer o bem.
Quem ajuda, às vezes, é mais ajudado que a pessoa que própria pessoa que está ajudando e essa satisfação é imensurável.
“Todo ser humano é culpado do bem que não fez.” Voltaire
O importante é: estarmos disponíveis, mas atentos para não sermos invasivos. Ás vezes só ficar em pé do lado, disponível, é uma grande ajuda, como na história.
Lilian

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

NOVO TEXTO PARA REFLEXÃO - PERFECCIONISMO E AUTO PERDÃO - Extraído do texto de Flavio Gikovate

Dando procedimento a publicação de textos para reflexão e busca de Desenvolvimento Pessoal, sugerimos  pensar sobre esse texto extraído de um artigo de Flavio Gikovate, que aborda nosso desejo de sermos perfeitos e com isso não nos perdoar de nossos erros. A culpa não nos leva a nos desenvolver, apenas nos paralisa e impede nosso crescimento. Precisamos aprender com nossos erros e seguir em frente.
Lilian Bendilatti
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Abraço,
Lilian


TEXTO EXTRAÍDO DE UM ARTIGO ESCRITO POR FLAVIO GIKOVATE
Uma das características de personalidade que contribui para a baixa avaliação de si mesmo é o perfeccionismo: ninguém só tem bons resultados.
Perfeccionistas são aqueles que, não admitindo seus próprios erros, se veem obrigados a rever tudo o que fazem ou a fazer menos do que poderiam.
São pessoas com muita autocrítica e intimamente suportam mal frustrações: não podem errar porque isso implicaria grande fracasso e dor.
Quando erramos ficamos tristes, fazemos autocrítica, aprendemos com a experiência e, rapidamente, temos que nos "perdoar" e seguir em frente.
O ideal é só cobrar de si o empenho, o ato de ter feito o melhor que podia: o resultado negativo irá gerar tristeza, mas menos abatimento.
Há os que não se perdoam e ficam se martirizando, rememorando inúmeras vezes os erros cometidos: é uma autoflagelação improdutiva e inútil.
É extremamente improdutivo ficar "chorando o leite derramado". A intolerância consigo mesmo impede a pessoa de exercer suas potencialidades.

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