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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DANÇA DAS CADEIRAS - DIFERENTE DINAMICA P/ COOPERAÇÃO

OBJETIVO: Propiciar que o grupo aprenda a atuar de forma cooperativa. Perceber que a cooperação pode trazer muitas vantagens para os relacionamentos e alcance de resultados.
PARTICIPANTES: grupos de até 5 participantes cada.
TEMPO: 1h.
MATERIAL: Cadeiras, aparelho de som, música alegre.
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que a tarefa será a da dança das cadeiras, só que de modo diferente.
DESENVOLVIMENTO:
1-     Dividir os participantes em grupos de até 8 participantes, cada.
2-     Fazer um círculo de cadeiras com os assentos virados para fora. Certificar-se que o número de cadeiras disponíveis seja uma a menos que o total de pessoas de cada grupo. Por exemplo: se o grupo tiver 5 participantes só haverá 4 cadeiras disponíveis.
3-     Explicar que será colocada uma música e que os participantes de cada grupo devem caminhar em volta das cadeiras, acompanhando o ritmo dela. Quando a música parar devem se sentar o mais rápido possível. Mas, nenhum participante pode ficar em pé, fora das cadeiras, quando a música estiver parada. O facilitador não deve falar que o grupo precisa usar de cooperação para executar a tarefa.
4-     Devem ser feitas várias rodadas, sendo que em cada uma delas uma cadeira é retirada até que sobre apenas uma em cada grupo.  Se o grupo não conseguir que todos os participantes estejam sentados a cada parada da música (rodada) a cadeira não é retirada e se manterá o mesmo número de cadeiras até conseguir. Se tiver mais que um grupo, será vencedor aquele que terminar primeiro a tarefa total que é de ter o grupo todo sentado com apenas uma cadeira.
DISCUSSÃO: Depois de terminada a atividade o facilitador pergunta ao grupo:
1- Como se sentiram durante a atividade?
2- Conseguiram executar a atividade? Conseguiram que todos estivessem sentados a cada rodada e ao final da atividade? Se não conseguiram, por quê? O que faltou? Se conseguiram, o que fizeram para isso?
3- Quais as dificuldades que sentiram? O que impediu que conseguissem realizar a atividade a contento?
Levar o grupo a perceber que muitas vezes temos uma postura tão competitiva da vida que não conseguimos nos livrar dela. Ou por outro lado, não conseguimos ter contato corporal com nosso colega, por preconceito, timidez, etc.
4- Para as pessoas que conseguiram atuar de forma que todos sentassem, tiveram receios? Preconceitos? Dificuldades em se aproximar do colega? Como fizeram para lidar com esses aspectos?
5- Quais artifícios precisaram usar para cumprir o objetivo da atividade?
6- Essa experiência pode ser transportada para o nosso dia a dia? Frequentemente, encontramos dificuldades em não competir?  Porque? Somos seres competitivos? Que vantagens temos em competir? Que desvantagens?
7- Que vantagens temos quando cooperamos? Como podemos trabalhar em grupo? Que desvantagens temos em ser cooperativos? Podemos ser considerados bobos. Como fica a lei de Gerson? Temos que levar vantagem em tudo?
Levar o grupo a refletir sobre as vantagens da cooperação e do trabalho em grupo no favorecimento dos relacionamentos, na valorização do respeito, no alcance de objetivos mais satisfatórios e muitas vezes mais rápidos. Quando trabalhamos com sentido de cooperação os objetivos são comuns a todos e por isso todos se voltam para conquistá-los. E claro que em alguns momentos da vida vamos viver nosso lado competitivo, mas esse nunca pode ser voltado para prejudicar os demais. Por expl.: em uma competição de natação a pessoa fará tudo para ganhar, mas não poderá usar de maneiras escusas para prejudicar seu adversário.
CONCLUSÕES:
Há vários momentos da vida em que precisamos competir, e isso não é errado. Mas se pudermos usar da cooperação na maior parte das atividades de nossas vidas, alcançaremos a Sinergia que é o momento em que o todo é maior que a soma das partes.

Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
Faça um comentário ou mande um e-mail:
dinamicaspassoapasso@gmail.com

Lilian
www.dinamicaspassoapasso.blogspot.com/
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dinâmica – Tomada de Decisão, Busca de Consenso e Decisão Grupal, Percepção de Falhas nos pré-julgamentos.

“A História da “Máquina Registradora”

OBJETIVOS:
1. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.
2. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão.

PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TAMANHO DOS SUBGRUPOS: 5 membros cada; sendo possível orientar vários subgrupos, simultaneamente.
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:
- Uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante e uma para cada grupo.
- Lápis ou caneta.
- Gabarito das repostas corretas.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que fará uma dinâmica para exercitar as habilidades de trabalho em grupo e consenso.
DESENVOLVIMENTO:
1. O facilitador distribui uma cópia da história “Máquina Registradora” para cada membro. Explicar que terão 10 minutos para ler a estória e assinalar para cada uma das afirmações se é verdadeira falsa ou desconhecida.
2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco membros aproximadamente. Cada subgrupo recebe uma nova cópia da história da “Máquina Registradora”, para um trabalho de consenso de grupo. O tempo para preenchimento das declarações é de 12 a 15 minutos.
3. Colher as respostas de cada grupo, anotando na lousa e comparar as respostas de cada grupo.
4. A seguir, anunciar as respostas corretas.
DISCUSSÃO:
Juntar o grupo e em painel, analisar:
-    Como foi viver essa experiência?
-          O porquê e quais fatores contribuíram para as respostas.
-          O que motivou cada um em separado a dar determinada resposta.
-          Houve mudança nas respostas individuais no momento da discussão em grupo?
-          O que podemos concluir com esse exercício?
-          Como pudemos tirar tantas conclusões sem apurar os reais acontecimentos? Haja vista que a maior parte das afirmações são desconhecidas.
6. CONCLUSÕES:
-          As suposições podem fazer com que tomemos decisões erradas. Muitas vezes não conhecemos os fatos e pré-julgamos. Podemos fazer um comparativo com a primeira impressão que temos de alguém. Será que podemos julgar sem conhecer. Isso se aplica a tudo.
-          Nossos valores tendem a influenciar nossas decisões – Julgamento.
-          Muitas vezes não temos todos os elementos para julgar, ou por que não prestamos atenção ou não temos conhecimento de todos os fatos, ou ainda existe um fator tendencioso que não percebemos.
-          Com a ajuda de outros, através de uma conversa, discussão ou busca de consenso podemos tomar melhores decisões e termos uma visão mais ampla dos fatos reais, já que podemos colher mais informações e impressões.


“A História da “Máquina Registradora”
Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre. Um membro da polícia é imediatamente avisado.

Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso - Desconhecido
1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados ........... V F ?
2. O ladrão foi um homem......... V F ?
3. O homem não pediu dinheiro.......... V F ?
4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.................V F ?
5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ........V F ?
6. Alguém abriu uma máquina registradora......... V F ?
7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora, fugiu....... V F ?
8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade............ V F ?
9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário. .................. V F ?
10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro e um membro da polícia ............ V F ?
11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ...... V F ?

GABARITO -“A História da “Máquina Registradora”
Apenas a quarta e a sexta afirmação são verdadeiras. As demais são falsas premissas ou indefinidas.
1-    Desconhecida.  Foi um negociante que acendeu as luzes da loja, mas não há menção se este negociante é o proprietário da loja. Pode ser um funcionário.
2-    Desconhecida. Não se sabe se houve um roubo, portanto não se pode dizer se houve um ladrão.
3-    Falsa. Na estória está claro: : “quando surge um homem pedindo dinheiro“.
4-    Verdadeira. O texto diz: “ O proprietário abre uma máquina registradora”.
5-    Desconhecida. O texto não define quem tirou o dinheiro da máquina registradora, nem mesmo se era dinheiro, apenas diz: o conteúdo foi retirado.
6-    Verdadeira. Alguém (o proprietário) abriu a máquina registradora.
7-    Desconhecida. Não há como saber se houve um roubo, nem que o homem fugiu. Só sabemos que ele correu.
8-    Desconhecida. Não se sabe se havia dinheiro na máquina registradora.
9-    Desconhecida. Não se sabe se o homem era ladrão ou não.
10-  Desconhecida. Não se sabe se o negociante é também o proprietário.
11-  Desconhecida. Não se sabe se havia dinheiro na máquina registradora.
OBS: Não esqueça: a estória está abaixo.
Essa é um dinâmica conhecida, e fiz uma releitura. Autoria:  FRITZEN, Silvino José. Exercícios Práticos de dinâmica de grupo. 2º volume. São Paulo, SP: Ed. Vozes, 2005.
Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
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Lilian Bendilattihttp://www.dinamicaspassoapasso.blogspot.com/

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