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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

DINÂMICA PARA AUMENTO DE AUTOESTIMA, ENTROSAMENTO GRUPAL E MELHORA DE CLIMA.

O que penso sobre você

OBJETIVO: Autoconhecimento, melhora da autoestima, promover entrosamento, estreitar os laços afetivos e melhorar o clima grupal.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TEMPO: de 1h 30’.
MATERIAL: Envelopes com Filipetas de papel com nome de cada participante do grupo com espaçamento para preenchimento. Deve ser entregue um envelope com um conjunto de filipetas para cada pessoa do grupo com os nomes de todos os participantes. Por expl.: Para a Maria, deve ser entregue um envelope com uma filipeta com o nome de cada um dos participantes do grupo, para a Joana, também, será entregue um conjunto de filipetas com o nome de cada participante do grupo e assim por diante.
Outros envelopes, de outra cor, com o nome de cada participante que serão dispostos sobre uma mesa.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão uma atividade onde podem se conhecer melhor e trocar impressões uns sobre os outros.
 DESENVOLVIMENTO:
1-    O facilitador distribui para cada um, um envelope com as filipetas.
2-    Pede ao grupo que preencha os espaços abaixo de cada nome de cada filipeta, colocando o que pensa sobre o colega. Enfatizar que essas observações devem ser: características positivas da pessoa, ou o que esta pessoa representa de bom para quem está escrevendo, ou até mesmo uma frase que represente o relacionamento das duas pessoas ou ainda, um desejo de algo positivo para a pessoa em questão.
OBS: Estabelecer um tempo de 30’ para essa atividade.
3-    À medida que os participantes vão terminando a tarefa, pedir para que armazenem nos envelopes de outra cor que estão em cima da mesa, as filipetas referentes ao nome que está escrito em cada envelope.
Quando todos tiverem terminado, distribuir a cada participante o envelope que está com seu nome e pedir para que o abram.
OBS: Estabelecer um tempo de 15’ para essa atividade.
4-    Durante a abertura dos envelopes o facilitador deve estar atendo aos comentários, para depois poder discutir com o grupo. (Deixar que as pessoas curtam esse momento).
5-    Quando os comentários e observações tiverem cessado, pedir para que o grupo se disponha em semicírculo e começar a discussão.
6-    Pergunte:
- O que acharam da atividade?
- Tiveram dificuldade para executá-la?
- Ficaram receosos com os comentários que poderiam vir?
- Ficaram surpresos com os comentários que receberam?
- Houve muita discrepância entre como cada um se vê e os comentários que recebeu?
REFLEXÃO:
Concluir que sempre precisamos cultivar os relacionamentos e que muitas vezes, não falamos como determinada pessoa é importante para nós. Às vezes por vergonha de nos expormos ou porque como nossa sociedade não tem como valor principal nos focarmos em qualidades,  achamos que isso não é importante nem essencial.
Enfatizar que o que realmente levamos dessa vida são nossas relações e afeições que trocamos.
ENCERRAMENTO:
Se o grupo estiver com uma atitude positiva pedir para que em 5’ escolha um nome de guerra para o grupo que transmita todo o sentimento que conseguiram extrair dessa atividade.
Quando tiverem escolhido o nome, peça para que se juntem em um círculo e façam o grito de guerra.
OBS: Não esqueça a história está abaixo.

Tive a idéia dessa dinâmica quando li a história abaixo. Fiz algumas adaptações para que fosse preservada a intimidade individual. Não sei a autoria dela, se alguém souber, por favor, nos informe para que possamos atribuir os créditos.
Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
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Lilian Bendilatti
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HISTÓRIA
Linda idéia a ser imitada!
Um dia uma professora pediu aos seus alunos que fizessem numa folha de papel uma lista com os nomes de todos os colegas de turma, deixando abaixo de cada nome um espaço.
Depois lhes pediu que pensassem na coisa mais bonita que poderiam dizer a cada um deles e que a escrevessem abaixo dos respectivos nomes.
Ao término da aula pediu para que todos lhe entregassem as folhas.

Naquele fim de semana a professora escreveu o nome de cada aluno (a) numa folha separada e acrescentou em cada uma delas uma lista do que cada um dos seus outros colegas tinham dito sobre ele (a).
Na segunda-feira seguinte deu a cada um dos estudantes a lista referente ao seu nome.

Ao terminar de ler a classe inteira estava sorrindo.
"Verdade?", sussurravam. "Eu não sabia que era tão importante para alguém! E não pensei que agradasse tanto aos outros." Eram as frases mais pronunciadas.
Ninguém na classe falou mais naquelas folhas e a professora não soube se os estudantes tinham discutido sobre isso com os pais, mas também não era importante: o exercício tinha alcançado o seu objetivo.
Os estudantes estavam contentes com eles mesmos e tornaram-se cada vez mais unidos.
Muitos anos mais tarde um dos estudantes foi morto no Vietnam e sua professora foi ao funeral. Estava cheio de amigos do soldado. Todos os amigos que o amaram se aproximaram do caixão e a professora foi a última a despedir-se do cadáver.
Um dos soldados presentes perguntou-lhe então "A senhora era a professora de matemática do Mark?". Ela acenou com a cabeça e ele contou-lhe então que "o Mark falava muito dela".
Depois do funeral, muitos dos ex-colegas de turma do Mark foram juntos refrescar a cabeça.
Os pais de Mark estavam lá, esperando obviamente para falar com a professora.
"Queremos mostrar-lhe uma coisa", disse o pai tirando uma carteira do bolso. "
Acharam no casaco do Mark quando ele foi morto. Nós pensámos que poderia reconhecer o que era".
Abrindo a carteira, tirou com cuidado dois bocados de papel que tinham sido obviamente dobrados, abertos e reabertos muitas vezes.
A professora soube, ainda antes de olhar, que aquelas folhas de papel eram as que tinha compilado todos os elogios feitos pelos colegas de Mark.
"Muito obrigada por ter feito isso", disse a mãe de Mark. "Como pode ver, o Mark preservou-o como um tesouro".
Todos os ex-colegas de Mark começaram a se aproximar.

Charlie sorriu timidamente e disse "eu ainda tenho a minha lista. Está na primeira gaveta da minha escrivaninha, em casa".
A esposa de Chuck disse que o marido lhe tinha pedido que a pusesse no álbum do seu casamento e Marylin acrescentou que a sua tinha sido preservada no seu diário.
Vick, outra das companheiras, abriu a agenda e tirou a sua lista, um pouco estragada, mostrando-a ao grupo. "Trago-a sempre comigo. E penso que todos nós a temos guardada".
Naquele momento a professora sentou-se e chorou.
Chorou por Mark e por todos os seus amigos que nunca mais o veriam.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dinâmica – Tomada de Decisão, Busca de Consenso e Decisão Grupal, Percepção de Falhas nos pré-julgamentos.

“A História da “Máquina Registradora”

OBJETIVOS:
1. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.
2. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão.

PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TAMANHO DOS SUBGRUPOS: 5 membros cada; sendo possível orientar vários subgrupos, simultaneamente.
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:
- Uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante e uma para cada grupo.
- Lápis ou caneta.
- Gabarito das repostas corretas.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que fará uma dinâmica para exercitar as habilidades de trabalho em grupo e consenso.
DESENVOLVIMENTO:
1. O facilitador distribui uma cópia da história “Máquina Registradora” para cada membro. Explicar que terão 10 minutos para ler a estória e assinalar para cada uma das afirmações se é verdadeira falsa ou desconhecida.
2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco membros aproximadamente. Cada subgrupo recebe uma nova cópia da história da “Máquina Registradora”, para um trabalho de consenso de grupo. O tempo para preenchimento das declarações é de 12 a 15 minutos.
3. Colher as respostas de cada grupo, anotando na lousa e comparar as respostas de cada grupo.
4. A seguir, anunciar as respostas corretas.
DISCUSSÃO:
Juntar o grupo e em painel, analisar:
-    Como foi viver essa experiência?
-          O porquê e quais fatores contribuíram para as respostas.
-          O que motivou cada um em separado a dar determinada resposta.
-          Houve mudança nas respostas individuais no momento da discussão em grupo?
-          O que podemos concluir com esse exercício?
-          Como pudemos tirar tantas conclusões sem apurar os reais acontecimentos? Haja vista que a maior parte das afirmações são desconhecidas.
6. CONCLUSÕES:
-          As suposições podem fazer com que tomemos decisões erradas. Muitas vezes não conhecemos os fatos e pré-julgamos. Podemos fazer um comparativo com a primeira impressão que temos de alguém. Será que podemos julgar sem conhecer. Isso se aplica a tudo.
-          Nossos valores tendem a influenciar nossas decisões – Julgamento.
-          Muitas vezes não temos todos os elementos para julgar, ou por que não prestamos atenção ou não temos conhecimento de todos os fatos, ou ainda existe um fator tendencioso que não percebemos.
-          Com a ajuda de outros, através de uma conversa, discussão ou busca de consenso podemos tomar melhores decisões e termos uma visão mais ampla dos fatos reais, já que podemos colher mais informações e impressões.


“A História da “Máquina Registradora”
Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre. Um membro da polícia é imediatamente avisado.

Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso - Desconhecido
1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados ........... V F ?
2. O ladrão foi um homem......... V F ?
3. O homem não pediu dinheiro.......... V F ?
4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.................V F ?
5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ........V F ?
6. Alguém abriu uma máquina registradora......... V F ?
7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora, fugiu....... V F ?
8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade............ V F ?
9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário. .................. V F ?
10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro e um membro da polícia ............ V F ?
11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ...... V F ?

GABARITO -“A História da “Máquina Registradora”
Apenas a quarta e a sexta afirmação são verdadeiras. As demais são falsas premissas ou indefinidas.
1-    Desconhecida.  Foi um negociante que acendeu as luzes da loja, mas não há menção se este negociante é o proprietário da loja. Pode ser um funcionário.
2-    Desconhecida. Não se sabe se houve um roubo, portanto não se pode dizer se houve um ladrão.
3-    Falsa. Na estória está claro: : “quando surge um homem pedindo dinheiro“.
4-    Verdadeira. O texto diz: “ O proprietário abre uma máquina registradora”.
5-    Desconhecida. O texto não define quem tirou o dinheiro da máquina registradora, nem mesmo se era dinheiro, apenas diz: o conteúdo foi retirado.
6-    Verdadeira. Alguém (o proprietário) abriu a máquina registradora.
7-    Desconhecida. Não há como saber se houve um roubo, nem que o homem fugiu. Só sabemos que ele correu.
8-    Desconhecida. Não se sabe se havia dinheiro na máquina registradora.
9-    Desconhecida. Não se sabe se o homem era ladrão ou não.
10-  Desconhecida. Não se sabe se o negociante é também o proprietário.
11-  Desconhecida. Não se sabe se havia dinheiro na máquina registradora.
OBS: Não esqueça: a estória está abaixo.
Essa é um dinâmica conhecida, e fiz uma releitura. Autoria:  FRITZEN, Silvino José. Exercícios Práticos de dinâmica de grupo. 2º volume. São Paulo, SP: Ed. Vozes, 2005.
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terça-feira, 24 de maio de 2011

DINÂMICA DE SENSIBILIZAÇÃO E AUTO CONHECIMENTO - TRONCO, CABANA E CORRENTE DE ÁGUA

OBJETIVO: Autoconhecimento, Avaliação do grau de integração e equilíbrio entre; corpo físico,  área emocional e alma.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:  Aparelho de som com música suave, de preferência com tema de natureza.               
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão um exercício para se conhecerem melhor e que é muito importante encarar com seriedade e respeito, pois irão tratar de si mesmos.
DESENVOLVIMENTO:
1-    O facilitador coloca a música para tocar e diz ao grupo que irá relaxar. Pede para, antes se espreguiçarem e fazerem alguns alongamentos para soltar o corpo.
2-    Inicia o relaxamento partindo dos pés e compreendendo todas as partes do corpo.
Por exemplo:
Prestem atenção em seus pés, sinta-o relaxar. A planta do pé, a sola, os dedos. Relaxe totalmente. Sinta seus pés pesados. Agora preste atenção em suas pernas. Relaxe-as, sinta relaxar as panturrilhas ,as coxas. Sinta sua perna pesada.... E assim por diante.
3-    Quando estiverem relaxados, pedir para que respirem profundamente. Inspirando longamente, e com isso expandido o abdome e expirando na metade do tempo da inspiração, contraindo o abdome, a fim de que entrem em um estado mais rebaixado de consciência.
4-    Pedir, então para que imaginem uma bola azul se aproximando deles, e esta os envolverá e os levará a uma floresta.
5-    Começar o exercício propriamente dito, dizendo:
(as perguntas formuladas durante o exercício não devem ser respondidas em voz alta, são apenas para autorreflexão. Os participantes irão expor suas sensações e sentimentos no final do exercício.)
- Imagine-se como um tronco de árvore.
     - Torne-se um tronco de árvore.
     - Veja-se como um tronco de árvore. O que tem ao seu redor?
     - Sinta como é ser um tronco de árvore.
     - Como você é como um tronco de árvore. Que tipo você é?  Qual sua forma? Como são suas cascas e raízes?
     - Como é sua existência como tronco de árvore?
     - Que tipos de coisas lhe acontecem sendo um tronco de árvore?
    - Bem perto desse tronco existe uma cabana.
     - Torne-se agora essa cabana.
     - Sinta-se como é ser essa cabana.
     - Descreva-se como essa cabana. Como você é? O que tem dentro de você como cabana? O que sente como cabana? Entre em contato com você como cabana.
    - Agora, perto dessa cabana há uma corrente de água.
    - Torne-se essa corrente de água.
    - Sinta-se como é ser essa corrente de água.
    - Descreva-se. Como você é? O que tem ao seu redor?  O que sente como cabana? Entre em contato com você como corrente de água.
    - Que tipo de experiências você tem como corrente de água?
     - Agora, como corrente de água fale com a cabana. O que diz a ela? O que ela responde? Mantenha um diálogo com ela.
    - Agora se torne a cabana converse com o tronco de árvore. O que tem a dizer a ele? O que ele responde?
    - Agora torne-se o tronco e converse com a cabana e com a corrente de água. O que você diz a elas? O que elas respondem?
   - Qual a relação que vê entre o tronco, a cabana e a corrente de água. O que eles têm em comum? O que têm de diferente?
  - Finalizar o exercício, pedindo para que imaginem, novamente,  a bola azul se aproximando deles e envolvendo-os. Ela irá trazê-los de volta a sala.
DISCUSSÃO:
 Perguntar o que sentiram?
 Como foi a experiência.
Pedir para que cada um diga:
Como era enquanto tronco, cabana e corrente?
O que disseram uns para os outros, o tronco, a cabana e a corrente?
Qual a relação ou diferença entre eles?
REFLEXÃO:
- Concluir que não há certo ou errado nas respostas e percepções. Que servem para nos conhecermos melhor, pois:
- o tronco é a representação de nosso corpo físico e lado material.
- a cabana de nossas emoções e sentimentos.
- e a corrente de água de nossa alma ou espiritualidade.
O ideal é que haja equilíbrio e uma boa relação entre as partes, mas que como estamos em processo de evolução nem sempre conseguimos isso. O importante é nos conhecer para podermos atuar em nossas dificuldades e maximizar nossos potenciais.
Desenvolver-se espiritualmente é uma das formas de alcançar esse equilíbrio e nos ligarmos com Deus. O importante é buscar a integralidade do ser.
O INSTRUTOR/FACILITADOR PRECISA ESTAR ATENTO PARA:
   - O grupo se envolveu na atividade?
   - O facilitador pode pedir ao grupo que ajude os que sentiram dificuldade ou que puderam perceber algo a ser trabalhados em si mesmos, gerando um clima de aconselhamento e ajuda mútua.

Releitura do exercício de mesmo nome do livro Tornar-se Presente, Stevens, John O. – Ed. Summus.

Lilian Bendilattihttp://www.dinamicaspassoapasso.blogspot.com/

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terça-feira, 10 de maio de 2011

DINÂMICA PARA DESENVOLVIMENTO PESSOAL E AUTOCONHECIMENTO – A ESTRADA

PARTICIPANTES: até 15 pessoas
OBJETIVO: Autoconhecimento, Análise e Avaliação de como a pessoa tem conduzido sua vida. Vislumbrar barreiras e empecilhos que existem em sua jornada, assim como soluções para transpor esses obstáculos e dificuldades.
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:  Papel e lápis
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão uma atividade que propiciará o autoconhecimento e ainda avaliar como estão conduzindo suas vidas. Assim poderão vislumbrar maneiras de conduzi-la de forma mais proativa.

DESENVOLVIMENTO:  
Entregar lápis e papel para cada um e pedir para que desenhem uma estrada. 
Assim que delinearem a estrada o facilitador deve pedir para continuarem com seus papéis e irem acrescentando as respostas as perguntas que irá fazer.  As respostas podem ser dadas em forma de desenho ou de texto.
O facilitador então faz as seguintes perguntas.
- De onde vem e para onde vai sua estrada?
- Em que parte da estrada você está, hoje?
- Represente ou escreva como se sente nessa estrada. Ela é confortável, desconfortável. Que sentimentos e sensações ela lhe transmite?
- Tem gente nessa estrada? Quem são?
- Tem obstáculos nessa estrada?
- Gostaria de acrescentar algo mais a essa estrada?
Quando todos tiverem terminado pedir para apresentarem suas estradas e descrevê-las para o grupo.

REFLEXÃO:
Após terem terminado suas estradas pedir para que a apresentem para os outros participantes do grupo levando em consideração as seguintes questões:
- O que a estrada representa?
- Como se sentem nela?
- Estamos sozinhos?
- O que representam nossos pais, amigos, professores, etc... em nossa caminhada?
- Nossos valores podem dificultar ou facilitar nossa caminhada?
- Como podemos aproveitar bem nossa caminhada.
- Que providencias temos que tomar para que nossa caminhada seja melhor?
- Aonde termina nossa estrada?

Ao final da discussão, pedir para completarem seu trabalho, desenhando ou escrevendo, respondendo a mais essas perguntas:
- Que sinalizações ou avisos, acrescentaria para facilitar seu caminho nessa estrada?
- Como faria para superar os obstáculos?
- Colocaria mais alguém ou algo em sua estrada?
- Finalmente, como se sentem agora, em sua estrada?


CONCLUIR:
Nossa vida, felizmente, é uma estrada muito bem sinalizada por nossos pais, mestres e pessoas que nos amam. Estes sinais não são colocados para nos entristecer e sim para a nossa felicidade.   Nosso autodesenvolvimento e nosso desenvolvimento espiritual, independente de religião estão a todo o  momento,  sinalizando o  que  nos trará realização. Os sinais existem, mas não nos dirigem, obrigando-nos a seguí-los.  Também nós somos livres para guiar nossos passos pelos caminhos que desejamos através do livre-arbítrio.
É um processo onde o que importa é caminhar e ter claro onde chegar, conhecendo e ultrapassando os obstáculos, percebendo as lanternas que são as saídas que precisamos encontrar.

O INSTRUTOR/FACILITADOR PRECISA ESTAR ATENTO PARA:
   - O grupo se envolveu na atividade?
   - Tentar fazer com que o grupo ajude e ampare alguém  que apresentou alguma dificuldade mais premente.

Lilian Bendilatti
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