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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

TESTES PARA AVALIAÇÃO DE NÍVEL DE STRESS,TREINAR O RACIOCÍNIO E A ATENÇÃO

Esses testes são bons para avaliarmos nosso nível de stress, cansaço mental,  além de exercitar nosso raciocínio e atenção. Tente responder sem olhar as respostas.
Podem ser usados, também como aquecimento para outras atividades.

São perguntas fáceis, então vamos lá!!
 
1) O que se coloca na torradeira?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
R: A resposta certa é PÃO. Se você respondeu TORRADAS começou mal!! Se respondeu certo, é um bom sinal.
 
 
2) O que bebem as vacas?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
R: As vacas bebem ÁGUA. Você disse leite? Xiiiii......é preocupante! Se respondeu certo, sua mente não está tão cansada.
 
 
3) Um trem elétrico segue no sentido norte sul. O vento está no sentido contrário, ou seja, sul norte. Qual a direção da fumacinha desse trem?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
R: Você está em dúvida? Está tentando advinhar?? O trem é elétrico, logo não tem fumaça!
 
 
Vai querer continuar?
 
4) Esta dizem que aconteceu há mais de 30 anos na Alemanha. Naquela época, a Alemanha era divida em Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental. Um avião sobrevoava as duas Alemanhas, quando o piloto percebeu que ambas as turbinas falharam e o avião caiu no meio do nada. Onde você acha que devem enterrar os sobreviventes?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
R: Respondeu algo do tipo "no país de cada um deles", ou está queimando seus neurônios pra tentar acertar? Que em sã consciência enterraria SOBREVIVENTES? Se vc quis enterrá-los, lamento, mas seu caso é preocupante!!
 
Lilian
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

ATIVIDADE PARA TRABALHAR E LIDAR COM AS EMOÇÕES


Esta atividade é bastante adequada para trabalhar dificuldades apresentadas nos dias atuais. Tem-se percebido muitas dificuldades das pessoas em geral, principalmente as gerações mais atuais em lidar mais profundamente e de maneira mais complexa com a vida. Percebe-se que há um imediatismo e superficialidade para encarar a vida e as relações. Essa atividade pode ser aplicada a grupos e individualmente na prática clinica, basta apenas adaptar as perguntas.

OBJETIVO:
1-Sesibilizar-nos e Reconhecer nossas próprias emoções e nos outros.
2-Desenvolver a empatia e buscar formas de equilibrar nossas emoções para lidar com conflitos e melhorar relacionamentos interpessoais.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TEMPO: 50’ (varia de acordo com o tamanho do grupo e envolvimento dos participantes).
MATERIAL: Papel sulfite, lápis e Questionário, Lista com Emoções, ver abaixo.
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que irão fazer um exercício para entrar em contato e reconhecer as próprias emoções e dos companheiros. Salientar que é um momento sério, pois irão lidar com aspectos pessoais, tanto de si mesmos como dos companheiros e que é preciso tratar com respeito essas questões.
DESENVOLVIMENTO:
1-Pede para listarem algumas das emoções que podemos ter. Escrever no quadro.
2-Após listarem no quadro o facilitador explica que há uma tênue diferença entre emoção e sentimento, mas que estes se complementam. Aí apresenta uma lista com as várias emoções/sentimentos e afixa em lugar visível na sala para que os participantes possam consulta-la e assim conseguir especificar melhor o que sentem diante das situações do questionário ou anexa a lista ao questionário entregue. Salienta que há uma enormidade de emoções e sentimentos que o ser humano pode ter e que a lista não pretende esgotar, todas que existem. Que podem colocar outras que ainda não citamos. Explica ao grupo que muitas vezes não conseguimos identificar adequadamente as emoções/sentimentos em nós mesmos e em outras pessoas o que tende a causar conflitos, desavenças e mau entendidos; escolhas erradas e ainda atribuição de valores equivocados.
2-Entrega o questionário aos participantes e pede para completarem as frases, identificando suas emoções para cada uma das situações. Estabeleça 5’ para essa atividade.

LISTA DE EMOÇÕES/SENTIMENTOS
dúvida, raiva, felicidade, alegria, amor, desamor, compaixão, tristeza, desespero, surpresa, medo, pavor, fobia, desesperança, angustia, esperança, gratidão, expectativa, excitação, hesitação, ansiedade, orgulho, pretensão, segurança, insegurança, frustração, reconhecimento, valorização, desvalorização, respeito., vazio, plenitude, etc.

QUESTIONÁRIO

Complete as frases abaixo escrevendo as emoções que tem diante dessas situações abaixo:

A emoção que eu mais gosto de sentir é: ___________________


A emoção que eu menos gosto de sentir é: ___________________


Eu fico feliz quando: __________________________________________________________________


Eu fico triste quando: __________________________________________________________________

De que maneira costumo reagir inicialmente diante das situações. Que emoção sinto com mais frequência?______________________________________________


OBS: O facilitador pode elaborar outras questões mais específicas para o grupo que está trabalhando. Por expl:


Quando chega no trabalho o que sinto?__________________________________

Quando estou me relacionando com esse grupo o que sinto?______________________________________


Quando tenho que tratar algum assunto com meu chefe ou subordinado ou parceiro o que sinto?____________________________________________________

 DISCUSSÃO:

1-Terminada essa etapa, pedir para que cada membro do grupo apresente o que respondeu para cada questão.

OBS: Pede para que cada um responda a primeira questão e após todas as respostas do grupo, passar para a segunda e assim por diante. O facilitador incentiva que as pessoas digam por que tem essas emoções diante de cada situação.

O facilitador ajuda a definir melhor cada uma destas emoções.

OBS: Muitas vezes as pessoas nomeiam uma emoção, mas se percebe que estão enganadas a respeito delas. Há outra emoção que caracteriza melhor esses sentimentos, o que vai ajudar a trabalhar melhor com elas.

Depois de todas as respostas, perguntar:

1- Como se sentiram durante a atividade?

2- Já haviam pensado em como se sentem diante das situações e por que desses emoções/sentimentos/?

3- Foi fácil ou difícil identificar as emoções para cada situação?

4-Conseguem perceber que se não identificamos nossas emoções fica mais difícil de trabalhá-las?

CONCLUSÃO:
Concluir que se trabalhamos e reconhecemos nossas emoções temos mais ferramentas para lidar com elas e equilibrá-las. E que isso faz parte do nosso autoconhecimento. É o reconhecimento das emoções que irá nos auxiliar a compreendê-las, lidar melhor com as situações e o com aquilo que sentimos. Solucionar conflitos com mais facilidade e com menos sofrimento. É o início do processo de inteligência emocional, que favorece também o aprendizado.
Reconhecer as emoções é importante também por proporcionar o desenvolvimento da “empatia”, que é, em linhas gerais, a capacidade de compreender e se colocar no lugar do outro. Quando se aprende a nomear e a reconhecer as emoções, sabe-se identifica-las não somente em si, mas também nos outros.
Enfim, é o primeiro passo para desenvolver as habilidades emocionais e a de empatia.
Identificando emoções em nos mesmos e nos outros facilitada nossos julgamentos, atitudes e desenvolvimento de nossa escala de valores.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Dinâmica para trabalhar Autoconhecimento, Relacionamentos, Bullying, Empatia - Como ser Feliz /Amor ao Próximo


Dinâmica – Como ser Feliz /Amor ao Próximo

(Releitura da dinâmica - Como devo amar ao próximo da Passatempo Espírita)


OBJETIVOS:
1.Sensibilizar o grupo para a importância de pequenos atos de bondade para atingir a felicidade.
2.Discutir situações cotidianas e maneiras de agir para atingirmos a felicidade e melhorar nossos relacionamentos. Agir com empatia e saber perdoar.
3.Trabalhar bullying e seus efeitos nas relações pessoais.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas.
TEMPO: 1h (varia de acordo com o tamanho do grupo)
MATERIAL: Impressão do ônibus, (modelo abaixo, já com sugestão das situações), papéis com as situações para grudar nas janelas do ônibus, durex/dupla face.
DESCRIÇÃO: O facilitador  explica ao grupo que farão uma atividade onde poderão discutir sobre as várias situações do cotidiano que podem afetar nossa vida de maneira positiva ou negativa, dependendo da forma como lidamos com ela e como somos tratados.
DESENVOLVIMENTO:
OBS: O facilitador deve previamente ter o ônibus pronto.
1-Começa perguntando ao grupo:
-O que é felicidade?
-O que precisamos fazer para sermos felizes?
Coletar algumas respostas e registrar no quadro ou no flip.
2-Nesse momento apresentar o ônibus, podendo fixá-lo na parede ou em qualquer bem visível a todos, com as janelas fechadas e dizer: ''Nós somos os passageiros deste ônibus e estamos fazendo uma viagem em busca da felicidade. Durante o percurso  tiremos que  passar por algumas situações cotidianas. Vamos ver como agiríamos diante das situações.
3-A partir daí pedir para que um dos participantes abra a primeira janela e leia a questão para todos e responda como agiria. O facilitador incentiva que o grupo ajude nas respostas, para que todos possam se envolver.
4-Quando as respostas esgotarem, o facilitador chama outro membro do grupo para abrir a segunda janela e repete o processo até que todas as janelas sejam abertas e as situações respondidas.
(ver abaixo, sugestões de respostas para cada situação).
DISCUSSÃO:
OBS:A discussão pode ser feita, durante a atividade ou ao seu término.
Perguntas:
.O que a viagem de ônibus representa? Conduzir para a conclusão que é a nossa vida.
.Como respondemos ou reagimos a cada situação do cotidiano? Temos empatia com os demais?
.Voltar a pergunta: O que precisamos fazer para atingir a felicidade? Como esse exercício pode nos mostrar o que precisamos fazer para construir nossa felicidade?
Podemos agir de forma positiva diante das situações ou ter atitudes preconceituosas e negativas, dificultando nossos relacionamentos.
Práticas de bullying podem contribuir para nossa felicidade e para vivermos melhor? O que fazer para não incorrermos nessa prática, já que e tão comum e muitas vezes nem percebemos que estamos praticando?
Saber perdoar e ter empatia com os demais. Ser humilde e prestativo. Reconhecer e respeitar as diferenças.
CONCLUSÕES:
Concluir que durante a viagem (vida) temos várias oportunidades de nos dedicarmos ao próximo, termos atitudes de amor ao próximo e empatia. Que nossa felicidade é construída por nos mesmos, na somatória de nossos pequenos atos de bondade. E que mesmo que não alcancemos a felicidade plena vamos preparando o caminho com atitudes de amor.

Ao final da atividade e da discussão perguntar ao grupo se já passaram por alguma situação semelhante e como agiram diante dela?

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Sugestões de respostas para cada situação.
1. Ignorar para que esse comportamento não se repita. Fazer uma autoanálise para ver como estou reagindo as vária situações. Conversar com o colega e tentar saber o porquê desse apelido.
2. Não propagar a fofoca. Não participar do assunto; dizer que não devemos julgar; e se puder deve se afastar.
3. Reconhecer os sentimentos dele. Ajudar para que não se sinta tão só. Lembrar que pode se comunicar atualmente através dos vários dispositivos de internet. Dizer que não importa a distância, a amizade poderá continuar; e também poderá fazer novas amizades.
4. Dividir o seu lanche com ele. Tentar se aproximar e descobrir o que está acontecendo e buscar maneiras de ajudar.
5. Pedir desculpas, Não guardar mágoa; perdoar.
6. Ir visita-lo, orar por ele. Tentar ajudar da maneira como pode, sem invasão.
7. Tentar apartar e não tomar partido de nenhum dos lados. Buscar mediar do conflito.
8. Oferecer ajuda e verificar se se machucou. Não rir ou gozar do amigo. Providenciar ajuda caso acha ferimentos.


segunda-feira, 13 de março de 2017

Dinâmica – Interesse Mútuo, Coesão e Entrosamento Grupal, Aquecimento - Duas Verdades e 1 Mentira


Dinâmica – Duas Verdades e 1 Mentira


OBJETIVOS:
1.Propiciar maior conhecimento, interesse mútuo e entrosamento entre os participantes do grupo.
2. Permitir que os participantes conheçam experiências e interesses comuns.
3. Aquecer o grupo para realização de outras atividades.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas.
TEMPO: 30’(varia de acordo com o tamanho do grupo).
MATERIAL: Papel sulfite e caneta ou lápis.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão uma atividade para descontrair, aquecer e se conhecerem melhor.
DESENVOLVIMENTO:

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Dinâmica - Pássaros no Ar - Aquecimento, Atenção, Foco, Concentração, Compreensão, Atenção


Dinâmica - Pássaros no Ar


OBJETIVOS:
1.Desenvolver a escuta, como instrumento efetivo de comunicação, favorecendo as relações de modo geral.  
2.Aquecer e descontrair o grupo.
3.Destacar a importância da concentração através da escuta, para melhor compreensão no recebimento e também transmissão de informações.
PARTICIPANTES: até 30 pessoas.
TEMPO: 15’
MATERIAL: História – Pássaros no Ar.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão uma atividade para descontrair e aquecer, além de exercitar a atenção e concentração.
DESENVOLVIMENTO:
1.O facilitador pede para que o grupo se disponha em circulo e se mantenha sentado.
Diz que irá contar uma história e que para determinadas palavras que disser o grupo deve fazer os seguintes movimentos:
a.Quando disser o nome de um pássaro, todos devem erguer a mão direita e fazê-la flutuar, imitando um pássaro em voo.
OBS: demonstrar os movimentos.
b. Quando mencionar um grupo de pássaros, ambas as mãos deverão flutuar.
c- Quando mencionar um animal que não voe, os participantes deverão ficar imóveis, com as mãos sobre os joelhos. Explica que quem errar deixa de participar e colabora com o facilitador na observação do grupo e eliminação dos participantes que errarem. Quem ficar até o final é o vencedor.
2-O facilitador certifica-se que todos entenderam as instruções e inicia a história. (ver história, abaixo).
DISCUSSÃO:
Ao término da história, perguntar:
.O que acharam da atividade?
.Conseguiram se concentrar?  
.Qual a maior dificuldade para cumprir o que foi pedido?
.Conseguiram entender a história? (Muito provavelmente não, pois se focaram nas palavras para conseguirem fazer os movimentos corretos). Se quiserem ler a história para que consigam entende-la.
CONCLUSÕES
Concluir com o grupo que:
-A concentração precisa ser praticada e treinada. Exemplo de que muitos não conseguiram entender a história.
-Que muitas vezes temos problemas de compreensão e comunicação por não entendermos direito o que é dito, ou nem mesmo prestar a devida atenção.
-Que é preciso ter foco e atenção para amenizar esses problemas.
OBS: Caso o grupo tenha interesse repetir a atividade, para demonstrar que a pratica e o treinamento ajudam a melhorar o desempenho.

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Lilian   
 
HISTÓRIA- Pássaros no Ar 

"Esta manhã levantei-me cedo. O dia estava magnífico. O sol de primavera animava toda  natureza e  os pássaros (duas mãos) cantavam sem cessar.
Ao abrir a janela do quarto, um pardal (mão direita), sem cerimônia, invadiu a casa, pondo o gato (mãos no joelho) em polvorosa.
O papagaio (mão direita) que estava no jardim de inverno irritou-se com a correria do gato (mãos nos joelhos) e pôs-se a berrar assustando os canários (duas mãos), que tranquilamente cantavam em suas gaiolas. O pardal (mão direita) acabou saindo pela janela de onde entrou, deixando o gato (mãos nos joelhos) mais tranquilo, que foi brincar com o cachorro (mãos nos joelhos) já resignado com perda de seu pardal (mão direita) que planejava ter para o café da manhã. Sucessivamente acalmaram-se o papagaio (mão direita) e os canários (duas mãos). Continuando a contemplar a natureza, observei que se aproximou de um lindo vaso de flores um beija flor (mão direita). Ai pensei comigo, vai começar tudo de novo. O gato (mãos nos joelhos) felizmente, nesta altura se mantinha concentrado brincando com o cachorro (mãos nos joelhos) e não percebeu a aproximação do beija flor (mão direita). O papagaio (mão direita) se divertia com uma corrente pendurada em sua gaiola e os canários (duas mãos) cantarolavam mais tranquilamente em suas gaiolas, saldando o lindo dia que iniciava..."

 

HISTÓRIA- Pássaros no Ar (para ser lida pelo facilitador, simplificando a checagem dos movimentos).

 
"Esta manhã levantei-me cedo.

O dia estava magnífico. O sol de primavera animava toda  natureza e  os pássaros cantavam sem cessar.

Ao abrir a janela do quarto, um pardal, sem cerimônia, invadiu a casa, pondo o gato em polvorosa.

O papagaio que estava no jardim de inverno irritou-se com a correria do gato e pôs-se a berrar, assustando os canários, que tranquilamente cantavam em suas gaiolas.

O pardal acabou saindo pela janela de onde entrou, deixando o gato mais tranquilo, que foi brincar com o cachorro já resignado com a perda de seu pardal, que planejava ter para o café da manhã.

Sucessivamente acalmaram-se o papagaio e os canários.

Continuando a contemplar a natureza, observei que se aproximou de um lindo vaso de flores um beija flor.

Ai pensei comigo, vai começar tudo de novo.

O gato felizmente, nesta altura se mantinha concentrado brincando com o cachorro e não percebeu a aproximação do beija flor.

O papagaio se divertia com uma corrente pendurada em sua gaiola e os canários cantarolavam mais tranquilamente em suas gaiolas, saldando o lindo dia que iniciava..."

 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Din.- Balões para o Alto - Coesão Grupal, Diagnóstico e Busca de Alternativas para Resolução de Conflitos e Dificuldades do Grupo


Dinâmica - Balões para o Alto


Objetivos:
1.Sensibilizar o grupo para a importância de cada participante para obtenção de objetivos.
2.Aprimorar o relacionamento do grupo.
3-Diagnosticar como o grupo está trabalhando e buscar alternativas para resolução dos conflitos e dificuldades.
Participantes: até 20 pessoas.
TEMPO: de 15 a 30’

MATERIAL: Balões para a quantidade de participantes e canela pilot. Tocar CD com música alegre, mas emocional.
PS: O facilitador já deve estar, previamente, com os balões cheios e com uma palavra da lista abaixo, escrita com caneta pilot em cada um dos balões. (Se as palavras não forem suficientes é só repeti-las).
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que irão fazer uma atividade em grupo para descontrair e se divertir. 
DESENVOLVIMENTO:

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Exercício da Qualidade - Conhecimento Mútuo, Entrosamento e Aproximação entre os Membros do Grupo

PARTICIPANTES: até 30 pessoas 
TEMPO: 30 minutos
MATERIAL:
papeletas de papel e lápis, caixa ou saquinho para colocar as papeletas.
OBJETIVO: Integração grupal  e aproximação entre os membros do grupo.
DESCRIÇÃO: 

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

EXERCÍCIO PARA TREINAR A AUTOCOMPAIXÃO- Elaborado por Kristin Neff


Olá a todos! Exercício interessante para Treinar a Autocompaixão. Muito bom para ajudar a tratar doenças emocionais como Depressão e Inadequações Emocionais de Forma Geral.Esperamos que gostem!!!
Lilian

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 Texto Baseado no escrito por Paula Moura para o UOL

O conceito foi sistematizado para uso na psicologia pela americana Kristin Neff . A pesquisadora aplicou exercícios em pacientes e obteve bons resultados em pessoas com depressão, transtorno do estresse pós-traumático, ansiedade, e dificuldades variadas. "A autocompaixão, acredita-se que seja capaz de aumentar a produção de oxitocina e opióides e diminuir o cortisol. Também se descobriu que ela melhora o sistema imunológico e aumenta a variação da batida cardíaca. Não estamos falando de autoindulgência, pena de si mesmo ou autoestima. É tratar-se com o carinho que um amigo trataria. Em vez de ter um inimigo interno, ter um amigo interno", explica.
No caso da depressão, a autocompaixão reduz a "ruminação" (ficar se lembrando das coisas ruins) e o julgamento sobre si mesmo. Com essa prática, o paciente consegue olhar para sua dor e seus erros e lembrar-se que é uma pessoa boa.
"As pessoas imaginam que ser duro consigo mesmas as motiva, mas é o contrário", afirma Kristin. A pesquisadora lembra que a autocompaixão também ajuda as pessoas a serem mais independentes emocionalmente. "Nosso instinto quando algo dá errado é a autocrítica, o isolamento e ficar absorto em si mesmo", diz Christopher Germer, instrutor clínico na Harvard Medical School e um dos fundadores do Instituto para Meditação e Psicoterapia.
"O instinto vem da resposta à ameaça, mas temos outra resposta que desenvolvemos como mamíferos ao longo do tempo, a de cuidado. O que estamos fazendo é ativar uma fisiologia diferente, mas isso requer prática, não é nosso instinto." Ele estudou principalmente os efeitos da autocompaixão sobre a vergonha. "Se uma pessoa não lidar com a vergonha, é muito difícil parar de beber, por exemplo", disse em referência às pessoas que bebem para se sentirem desinibidas.

Efeitos na Motivação
Uma pesquisa feita com crianças mostrou que o grupo que tinha mais autocompaixão rendia em média 25% a mais nos estudos após um resultado ruim. Quando uma criança vai mal em uma prova, ela pode encarar o fato através da vergonha e da autocrítica, ao se sentir um idiota ou estúpido por não ter conseguido. Ela pode ainda projetar o problema para o professor ou para o assunto. A saída da autocompaixão, que ajuda as crianças a estudar mais, passa por outro caminho. A pessoa toma consciência que não se sente bem com a falha. Reconhece que matemática é um pouco difícil para ela, mas que está tentando conseguir aprender. Segundo a psicóloga, as pessoas que pensam através da autocompaixão se permitem errar, desligar a cabeça e começar de novo. Elas focam no que têm em comum com os outros, sabem que somos humanos e todos erramos, então não precisamos ser melhores que ninguém para nos sentirmos bem.


Aprenda a ter autocompaixão
EXERCÍCIO PARA TREINAR A AUTOCOMPAIXÃO

Elaborado por Kristin Neff

1-Pense em imperfeições e defeitos que te façam sentir inadequado.

2-Sinta as emoções que estas imperfeições acarretam em você do jeito como elas são - nem mais nem menos - e escreva sobre elas.

3-Depois, escreva uma carta para si mesmo como se tivesse sido feita por um amigo imaginário. Esse "amigo" vai ver seus pontos fortes e fracos e reconhecer os limites da natureza humana. Ele é gentil com você e te perdoa. Em sua sabedoria, ele entende sua história de vida e o que te levou a ser como é neste momento.

4-Depois de escrever a carta, guarde por um tempo e sempre releia.

terça-feira, 12 de julho de 2016

COMO PERMANECER CALMO SOB PRESSÃO - Artigo de Travis Bradberry

Artigo interessante. O autor se volta mais para aspectos profissionais , mas podemos usar a calma de maneira certa em todas as situações de nossa vida.
Esperamos que gostem!!!
Boa Leitura.
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Como Permanecer Calmo Sob Pressão

Erros e pressão são inevitáveis; o segredo para  vencer ambos é permanecer calmo.
Um novo estudo da Harvard mostra que a maioria de nós tenta ficar calmo da maneira errada.                         
   
Muitos de nós passamos por aquele momento em que percebemos que um grande erro foi cometido. Pode ter sido um erro de digitação que derrubou todo um relatório, ou então você esqueceu de anotar o horário de uma importante reunião. Os detalhes são diferentes para todos, mas em algum ponto, cada um de nós sentiu a chegada de uma tsunami de medo e pânico.
Erros e pressão são inevitáveis; o segredo para vencer ambos é permanecer calmo.
Um novo estudo da Harvard mostra que a maioria de nós tenta ficar calmos da maneira errada. Pessoas que abraçam o desafio de uma crise - ultrapassar a dificuldade as anima - se saem muito melhor do que aquelas que se forçam a permanecerem calmas.
"As pessoas têm um enorme impulso de que tentar ficar calmo é a melhor maneira de lidar com ansiedade, mas isso pode ser não só difícil, mas inefetivo", disse o responsável pelo estudo, Allison Wood Brook. "Quando as pessoas se sentem ansiosas e tentam se acalmar, elas estão pensando no que poderia dar errado. Quando elas ficam animadas, elas estão pensando nas coisas que podem dar certo".
Permanecer composto, focado e efetivo sob pressão é algo mental. Aqueles que dominam uma crise, são capazes de canalizar suas emoções para o comportamento que desejam. Em outras palavras, elas transformam ansiedade em energia.
E isso não acontece se você não se apegar à lógica. Sim, cometer um erro é constrangedor. Seu chefe pode gritar com você e o erro pode até entrar no próximo relatório sobre você, mas, provavelmente, não vai te fazer ser demitido, perder sua casa, morar no seu carro ou qualquer outra catástrofe que possa pensar para alimentar a ansiedade e te afastar do foco real.
Se você tem dificuldade em colocar as coisas em perspectiva, apenas faça a si mesmo as seguintes questões: qual a pior coisa que pode acontecer como resultado disso? Isso vai importar em cinco anos? Suas respostas devem te levar a um pensamento cataclísmico. Você provavelmente perceberá que o pânico é motivado por antecipação de passar vergonha em público mais que qualquer outra coisa. E assim que superar isso, é possível construir confiança recolhendo os cacos da bagunça e realmente tentando fazer as coisas melhores.
Para colocar as coisas em perspectiva, pense nas situações que foram piores que a que você se encontra agora. É bem provável que existam pessoas na sua empresa cometeram erros graves e ainda estão lá, bem. Esses erros lendários geralmente têm pouco efeito em longo prazo em bons empregados. Lembre-se sempre: "Tem mais para mim do que essa situação. Um erro não vai me definir".
Depois, você precisa reconhecer que as pessoas são menos focadas em você do que imagina. É fácil pensar que se é o centro do turbilhão. Você está envergonhado e preocupado com seu emprego. Quanto mais você se sente julgado por outros, mais intensa se torna sua ansiedade. Mas seu chefe, e todos seus colegas, vão passar bem menos tempo se preocupando com você do que tentando melhorar uma situação difícil, que é o que você deveria estar tentando fazer! É necessário perceber que eles não terão muito tempo para pensar nisso até depois de a poeira ter baixado, e até lá, você terá feito parte da solução.
Agora é a hora de expandir a lógica. Nada ajuda mais a manter o foco durante uma crise do que o pensamento lógico. Assim que você se preveniu do pânico, é hora de perguntar a si mesmo as questões importantes: o que realmente aconteceu? Quais as possíveis repercussões? Ainda existe tempo de evitar essas repercussões? Se sim, como? Quem precisa estar envolvido? Se for tarde demais para evitá-las, o que pode ser feito para diminuir o dano? Mas não deixe sua mente ficar pensando em autoacusações ridículas.
Finalmente, aja. Depois de descobrir os fatos e quebrar a cabeça, é hora de tomar as rédeas da situação. Trabalhar duro para tentar limpar a sujeira só vai dar mais força ao seu sentimento de pavor; depositar sua energia em tentar fazer as coisas melhores não só vai te dar mais forças, como também vai te ajudar a se distrair de qualquer sensação de ansiedade. Lembre-se, estar animado pelos desafios de voltar das cinzas irá melhorar sua performance drasticamente.
Para manter as coisas funcionando, não seja tão duro com você. Ninguém é perfeito. Até as pessoas mais bem sucedidas cometem grandes erros. A primeira empresa de Henry Ford faliu em 18 meses, Oprah Winfrey teve que ouvir que não servia para televisão e Walt Disney foi demitido da Kansas City Star por falta de criatividade. Se por para baixo pode ser tentador, mas não leva a lugar algum e com certeza não te fará mais calmo. No lugar disso, mantenha sua energia focada no futuro e nas coisas que você quer mudar.
Juntando tudo
A habilidade de gerenciar suas emoções e permanecer calmo sob pressão está diretamente ligada à sua performance. Em uma pesquisa da TalentSmart com mais de um milhão de pessoas, foi descoberto que 90% dos melhores funcionários são ótimos em controlar suas emoções em tempos de estresse, assim, permanecendo calmos e no controle.
Ninguém gosta de cometer erros. Mas não importa quão grande o erro é, sucumbir ao pânico não irá ajudar. Deixar os pensamentos ruins assumirem diminuem sua habilidade de tomar boas decisões e de seguir em frente de forma efetiva. Ao invés disso, use essas estratégias para permanecer calmo e assim pensar sobre a situação, desenvolver um plano e se ocupar em fazer as coisas da maneira correta, para assim, continuar.
 

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