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segunda-feira, 8 de junho de 2015

HÁBITOS PARA MANTER O CÉREBRO CALIBRADO

.1 Praticar exercícios
O sedentarismo causa vários danos ao nosso corpo, podendo provocar doenças que atingem nosso sistema vascular. Além disso.  os exercícios melhoram nosso humor, e capacidade intelectual e motora.

2. Dormir bem
Nosso cérebro precisa descansar para se reorganizar.

3. Estar disposto a aprender e estudar
Sempre que estudamos ou tentamos aprender estamos exercitando o cérebro e com isso melhorando seu desempenho.

4. Alimentar-se saudavelmente
A maioria dos nutrientes que nosso cérebro precisa está nas frutas,  verduras, legumes e proteínas que ingerimos. Se tivermos carências desses elementos podemos ter falhas no funcionamento de nosso cérebro, por expl.:. Em nossa capacidade de memorizar, de aprender, etc. Uma alimentação balanceada e rica em nutrientes é essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso é fundamental.

5. Cuidar de nosso corpo e mente.
Ingerir bebidas alcoólicas, fumar, comer demais, nos expormos a riscos desnecessários, cultivar pensamentos negativos, raiva, culpa, mágoas, tendem a desequilibrar nosso funcionamento cerebral e emocional, causando doenças e falhas em nosso cerebro.

6. Sermos menos arrogantes
A falta de humildade impede-nos de aprender e buscar sanar nossas deficiências.

7. A solidão
A solidão é diferente de estar sozinho algumas vezes. Enquanto estar só por alguns momentos nos ajuda a refletir e organizar nossos sentimentos e emoções a solidão por outro lado nos embute e pode até fazer com que perdamos o contato com a realidade. 


Lilian
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

ROTEIRO PARA TRABALHAR HISTÓRIA - Cooperação, ajuda mútua, assumir responsabilidade individual no fazer o bem.

HISTÓRIA - ESPELHO DA VIDA
(Autor desconhecido)

OBJETIVO: História para trabalhar: Cooperação, ajuda mútua, assumir responsabilidade individual no fazer o bem.
DESENVOLVIMENTO:
1- Contar a história:
Renato quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda.
Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. A senhora pensou que pudesse ser um bandido.
Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto.
Renato percebeu que ela estava com muito medo e disse: Eu estou aqui para ajudar senhora, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato. 
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante. Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado. Renato não pensava em dinheiro, gostava de ajudar as pessoas. Este era seu modo de viver. E respondeu: “Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para ele a ajuda que ele precisar e lembre-se de mim”.
Alguns quilômetros depois a senhora parou em um pequeno restaurante simples, a garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas não deixou a tensão e as dores mudarem a sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato.
Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava troco, a senhora retirou-se. Quando a garçonete voltou,  queria saber onde a senhora poderia ter ido, quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual havia quatro notas de R$ 100,00. Correram lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia: - Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém.
Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil... Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorrio. Agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:  -Tudo ficará bem; eu te amo Renato.
2- Ao final da história perguntar ao grupo:
- Que sentimentos e emoções ela despertou?
- Que parte da história tocou mais? (Pedir para que falem individualmente) e Por quê?
- Do que se trata a história? (Listar na lousa ou quadro as respostas).
Ao final conduzir para que sejam levantados os pontos:
.Muitas vezes não percebemos as necessidades alheia, estamos tão voltados para nós mesmos e nossas necessidades que não nos atentamos aos demais.
.Essa pode ser uma história verdadeira ou não, mas que tem tudo para ser verossímil. No cotidiano agimos para o bem ou para o mal e temos consequências dessas ações. Se agirmos no bem influenciamos outros e estes podem, também, influenciar os demais. Como em cadeia ou corrente, nesse caso: A Corrente do Bem. Se agirmos com egoísmo e não levando em consideração as necessidades e peculiaridades de nosso próximo, essa cadeia se torna negativa.
-Muitas vezes, não nos voltamos para as necessidades e ajuda ao próximo, por preguiça, medo, desinteresse, ou com a desculpa que nada vai adiantar. Esquecemo-nos que somos responsáveis pelo ambiente que vivemos e por isso, não assumimos nossa responsabilidade individual pela melhora de nossa sociedade. Boas ações influenciam e promovem novas boas ações e isso é um contínuo e pode melhorar nossa vida e ambiente em que vivemos, tanto na escola, no trabalho, em nossa família, em nossa vizinhança, etc.
Somos sim responsáveis por difundir amor, caridade, compaixão, etc. e a cada um cabe sua parcela de contribuição, dando bons exemplos e agindo no bem.
.Reclamamos que o mundo está cada vez mais egoísta, mas o que estamos fazendo para mudar essa situação?
Pedir para que cada um do grupo se coloque analisando:
.Se acha válido buscar essa melhoria e ajuda mútua.
. O que tem feito ou poderia, a partir de agora, fazer nesse sentido?
CONCLUSÃO:
Salientar que há várias maneiras e possibilidades seguras e confiáveis para ajudar o próximo. No caso da história, se a pessoa por expl. tivesse medo de ajudar a outra, poderia verificar uma maneirar de buscar essa ajuda, através de apoio de autoridades ou mecanismos próprios para esses fins. Por vezes, nos acomodamos e usamos nossos medos como desculpa para não nos envolvermos e assumirmos responsabilidades para melhora geral de nossa vida e sociedade. Podemos começar a cultivar o bem e boas ações em nossa própria família, ambiente de trabalho, escola, grupos em que convivemos, etc.
O exemplo é muito importante para difundirmos o bem e somos responsáveis, cada um de nós, pela sociedade e grupos que vivemos.

OBS: Essa atividade serve, também, para trabalhar relacionamentos em ambiente corporativo, e grupos de pais, casais, jovens, etc.
LilianBendilatti

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

TÉCNICA PARA TRABALHAR COMPORTAMENTOS AUTORITÁRIOS

Sou professora e estou fazendo o curso escola de gestores.
Estou realizando um trabalho Escola democrática X Escola Autoritária e preciso realizar uma dinâmica de grupo com os meus assistintes com o tema autoritarismo.
Favor me ajudar enviando ou dando dicas de como trabalhar este tema com eles através de uma dinâmica.
Aguardo ajuda,
att,
R.
 
Olá sugiro que crie situações onde se possa discutir  se a pessoa está sendo autoritária ou não quando faz uma solicitação. Uma determinada pessoa pede para alguém fazer algo. Por expl. : A professora  pede para que o assistente verifique se a os alunos já chegaram na classe, após o intervalo. Peça que em duplas dramatizem essa situação. A professora terá que formular essa solicitação para o assistente. Depois disso é perguntado para o assistente como este percebeu a solicitação. Se foi formulada de forma autoritária ou não? Se achou que foi autoritária,  este o assistente, pode tentar reformular a solicitação da forma que achar mais adequada para torná-la menos autoritária. Se foi adequada perguntar para o assistente porque a achou adequada,  e assim por diante.
O importante é que você consiga listar várias situações do dia a dia  e propor que várias duplas ou trios passem por essa experiência. Pode-se mudar os personagens, por expl: dois assistentes fazendo solicitações uns aos outros. Professores conversando uns com os outros, etc.
Pode-se, também, aprofundar para os  sentimentos que as posições autoritárias fazem brotar nas pessoas que recebem ordens desse tipo e que consequencias pode ter. Por expl. desmotivação, atitudes de rebeldia, descaso, etc.
Os tópicos a serem trabalhados são:
- A necessidade e respeito mútuo.
- Necessidade de atitudes colaborativas para obter-se resultados positivos e reais.
- Cuidados nos relacionamentos para que se consiga um clima organizacional favorável.
- Atitudes colaborativas e empáticas geram menos stress, problemas de relacionamento e de doenças no trabalho.
É importante perceber que mesmo que peçamos por favor, muitas vezes nossa postura impositiva e autoritária, se sobrepõe a essas pretensas gentilezas.
Pode-se avaliar, também a postura da pessoa que está fazendo a solicitação. Por expl: em suas feições há sentimentos de raiva, preconceito, desejo de humilhar, etc.
- Há necessidade de trabalharmos nosso emocional para que não causemos, sem querer, mau estar no grupo em que estamos inseridos. Atitudes intempestuosas e impulsivas, tendem a gerar mau estar.
O mais importante: Muitas vezes nem percebemos que estamos sendo impositivos e autoritários. É preciso respirar e pensar, antes de agir. Se algúem pede favor faça e a mesma coisa que ordenar, certo?
Esperamos ter contribuído.
Abraços,
Lilian

quinta-feira, 2 de maio de 2013

SUGESTÕES DE DINÂMICAS - Pergunta de Internauta

Bom dia! Sou K. M. Assistente Social e trabalho em um Centro de Referencia de Assistência Social no meu município Rondonópolis, que fica no Sul de Mato Grosso, uma cidade muito quente, bom mas que que venho aqui solicitar, são ideias de dinâmicas para trabalhar com idosos. Pois estou no meu primeiro ano exercendo minha profissão, e infelizmente não temos muitas aulas praticas na faculdade. São mais de 30 idosos, entre eles temos três 3 diabéticos. Nossas reuniões são semanais e com um período considerável curto, por volta de uma hora. Se puderem me ajudar agradeço desde já. Abraços e sucessos a todos.

Temos respondido várias questões como essa e você pode aproveitar os comentários feitos nos vários posts que já publicamos. Indicamos um deles que resume os comentários  e sugestões já feitas :http://dinamicaspassoapasso.blogspot.com.br/2013/04/dinamicas-especificas-para-gupo-de.html
Como já dissemos nesse referido post não existem dinâmicas específicas para a terceira idade. É preciso adequá-las aos objetivos e conteúdos que queremos trabalhar com o grupo em questão.
Pesquisando na internet achamos algumas sugestões de dinâmicas que podem ser usadas para essa população. Reforçamos que não testamos as dinâmicas, portanto não sabemos exatamente sua eficácia e resultados. Acesse o link para conhecê-las: http://www.esoterikha.com/coaching-pnl/dinamicas-de-quebra-gelo-para-idosos-e-grupos-da-terceira-idade.php.
Abraços,
Lilian
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Técnicas para Trabalhar Felicidade e Bem Estar- Pergunta de Internauta

Olá Lilian
Estou precisando de uma dinâmica que fale sobre felicidade para um grupo de 100 pessoas. Você pode sugerir alguma.
Muito obrigada e um abraço,
F. E.
 
F., bom dia!
Explique melhor seu objetivo, características da população, etc.
 
É uma experiência.Vamos reunir um grupo de pessoas , com profissões diversas, idade entre 24 e 50 anos, em um local que tem uma natureza belíssima. A intenção é resgatar sentimentos positivos, conseguir enxergar coisas boas.
Muito obrigada e um abraço,
 
F, boa noite!
Acredito que se procurar dinâmicas ou exercícios corporais pode conseguir algo. Técnicas de sensibilização, também.
Lembrei de outras possibilidade: Podem ser feitos exercícios de respiração e meditação. Consulte as técnicas do Osho, tem várias delas muito legais.
Eu tenho uma amiga que fez curso com ele na Itália. Boa ideia.
Mais uma vez obrigada por sua atenção.
F.

terça-feira, 19 de março de 2013

Gestão de Conflitos e Clima Organizacional - Pergunta de Internauta

Olá, vcs poderiam me explicar alguma dinâmica de grupo para gestão de conflitos nas organizações?

Att,
 
G.
Boa tarde!
Explique melhor seu objetivo. Quais os problemas que estão aparecendo? Que conteúdos quer trabalhar? Como é a população. É um grupo de uma empresa? Se conhecem a bastante tempo?
Quantas pessoas são? Nível de escolaridade? Idade?, etc. Sabe o que está gerando conflitos?
No aguardo.
Abraços,
Lilian
 Olá, é para um curso de formação de instrutores onde  trabalho. Fiquei com o tema gestão de conflito e é uma aula tipo laboratório para aprendermos a aplicar dinâmica de grupo.
O público é de pessoas com nível superior. São 18 pessoas (faixa etária de 30-56 anos) e o grupo já interage de maneira significativa.
Obrigada pela atenção.
Att,   Para trabalhar esse tema você pode seguir duas frentes.
1- Fazer com que os conflitos apareçam e lidar com eles.
2- Melhorar o clima do grupo, sem mexer nos conflitos, propriamente ditos.
É uma questão de avaliar como o grupo está e quais suas necessidades.
Para a Primeira opção:
- Você pode usar uma dinâmica que os participantes se dispõe em circulo e cada um diz ao outro o que percebe dele. Sem poder retrucar, até que todos tenham dado sua opinião e acabe a rodada. Pode fazer uma pergunta mais dirigida para o assunto que quer tratar, Por expl.: O fulano de tal contribui para haver conflitos no grupo porque tem determinada característica ou quando age de determinada forma... Importante, todos dão sua opinião, uns para os outros. Está é uma dinâmica que requer muito domínio do grupo pelo facilitador e habilidade para lidar com os conflitos que aparecerem. A base para as conclusões nessa dinâmica é que se a maioria das pessoas vê uma característica negativa em alguém, ou uma atitude ou maneira de ser que gera conflito, o facilitador deve apontar isso para a pessoa. Para que não sejam só atribuídas críticas sem solução, ao término de todas as opiniões sobre todos os membros do grupo é preciso dar um tempo cada uma das pessoas colocar seu ponto de vista sobre o que todos falaram a respeito dela. Após esta etapa é pedido para que o grupo proponha maneiras de amenizar esse comportamento da pessoa ou sua forma de agir, para que juntos possam achar uma melhor maneira de resolver o conflito. É muito importante essa última parte pois esse exercício não pode ser encarado como uma maneira de expor as pessoas sem que haja uma vontade de ajudar. Para que seja mais fundamentado é melhor apresentar a teoria da Janela de Johari, antes, explicando as várias áreas de nosso grau de autoconhecimento. Explico essa teoria na próxima dinâmica que vou propor para você que é Trocando Impressões.
Deve ficar claro que para usar essa dinâmica é preciso de tempo, por volta de 3 horas, para esse número de pessoas.
- Outra dinâmica que pode ser utilizada é a Trocando Impressões que já está descrita em meu blog. Você pode adaptar os dizeres das cartelas por situações que possam estar ocorrendo no grupo e gerando conflito e comportamentos que ajudam na harmonia do grupo. Esta é uma dinâmica bem mais leve e fácil de aplicar, onde as pessoas não são tão expostas e ainda podem receber comentários e avaliações positivas.
Para a Segunda Opção:
Você pode usar a Dinâmica Quem eu sou, faz a diferença , que também está descrita no blog. Essa dinâmica tem o objetivo de melhorar o clima do grupo, sem ter que expor os conflitos. Pode dar certo, pois as pessoas podem reconhecer qualidades e modos de agir que não percebiam antes em si mesmas e por isso mudar sua atitude no grupo.
Há várias outras opções, veja em algumas perguntas que já respondi no blog e terá mais alternativas.
Espero ter podido ajudar.
Abraços,
Lilian
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Muito obrigada, adorei as dicas!
Att,
  G.

quinta-feira, 7 de março de 2013

A TERCEIRA INTELIGÊNCIA - QS Inteligência Espiritual

Recebi esse artigo a respeito da Terceira Inteligência, a Inteligência espiritual estudada por Dana Zohar. São trechos da entrevista dela concedida a revista Exame. Achei muito interessante, portanto estou compartilhando. Espero que gostem.
Abraços,
Lilian
 
 
A TERCEIRA INTELIGÊNCIA
No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a "descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções."
A ciência começa o novo mil
ênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual.
Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma Nova Era.
No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.
O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana:
"A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente
pobre, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
Aos 57 anos, Dana vive
na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, coautor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em Física pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.
É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho.
Ela falou à EXAME em Porto Alegre durante o 300º Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suécia, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.
Eis os principais trechos da entrevista:
O que é inteligência espiritual?
É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal.
O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos.


É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.

De que modo essas pesquisas confirmam suas ideias sobre a terceira inteligência?

Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais.


Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional.

Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.

Qual a diferença entre QE e QS?


É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação.

Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade.

Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:

1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo
.

2. São levadas por valores. São idealistas
.

3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade
.

4. São holísticas
.

5. Celebram a diversidade
.

6. Têm independência
.

7. Perguntam sempre "por quê?"
.

8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo
.

9. Têm espontaneidade
.

10.Têm compaixão
.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

DINÂMICA PARA AUMENTO DE AUTO-ESTIMA E ENTROSAMENTO DO GRUPO - Quem eu sou faz a diferença;

OBJETIVO: Autoconhecimento, melhora da autoestima, promover entrosamento e laços afetivos do grupo.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL: Plaquinhas ou fitas com a frase: “Quem eu sou faz a diferença” e a estória – Quem eu sou faz a diferença.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que fará um exercício onde serão enfatizadas as qualidades individuais.
DESENVOLVIMENTO:
1-    O facilitador inicia dizendo que irá contar uma estória (texto da estória, abaixo).
2-    Após ter contado a estória perguntar ao grupo:
- O que entenderam da estória?
- Costumam reconhecer o valor de si próprios e das pessoas de seu convívio?
- Acham que é importante reconhecer as qualidades em si próprios e nos outros?
- O facilitador conclui com o grupo que comumente temos enfoque, primordialmente, em nossos defeitos e nos dos outros. Raramente paramos para perceber nossas qualidades e potenciais e na grande maioria das vezes tendemos a perceber as falhas nas pessoas em geral.
Cada um é um ser único com suas qualidades e dificuldades, mas é isso que faz com que cada um faça a diferença.
- Dizer que como hoje nosso enfoque é em qualidades, entregar uma plaquinha ou fita a cada um do grupo. Dizer que faremos o que a professora propôs aos seus alunos. Cada qual deverá escolher um membro do grupo e entregar-lhe a plaquinha recebida, explicando porque essa pessoa faz a diferença. (Esse exercício deve ser feito um de cada vez de forma que todos possam ouvir e participar.)
OBS: Geralmente, o grupo se empolga e todos acabam trocando qualidades entre si. Esse é o momento para gerar maior entrosamento e desenvolver a auto-estima individual e entrosamento grupal.
DISCUSSÃO:
Quando todos tiverem terminado de explanar as qualidades uns dos outros perguntar:
- Como estão se sentindo?
- Gostaram da atividade?
- Acham que é importante nos focarmos mais nas qualidades que nos defeitos? Isso facilita os relacionamentos?
REFLEXÃO:
Concluir que precisamos nos voltar para as qualidades tanto nossas quanto das pessoas de nosso convívio, pois só assim poderemos nos relacionar melhor. Com isso não estamos deixando de perceber as dificuldades e defeitos, tanto em nós como nos outros, mas quando as pessoas se sentem reconhecidas e os laços de afeto são fortalecidos a maioria das pessoas tende a se esforçar para dar o melhor de si e com isso minimizar seus defeitos e dificuldades.
ENCERRAMENTO:
Se o grupo estiver mais fortalecido e energizado com a atividade pedir para que todos se levantem e se abracem para que a união do grupo seja consolidada.
O facilitador pode entregar mais uma plaquinha ou fita para cada um do grupo e pedir para que entregue para algum familiar ou amigo.
O INSTRUTOR/FACILITADOR PRECISA ESTAR ATENTO PARA:
- O grupo se envolveu na atividade?
- Incentivar o grupo para que troquem as qualidades entre si, promovendo a integração do grupo.
OBS: Não esqueça a estória está abaixo.
Tive a idéia de “bolar” essa atividade quando recebi por e-mail a estória em questão. Fiz algumas adaptações. Não sei a autoria dela.

Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
Faça um comentário ou mande um e-mail:
Lilian
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Estória - "Quem Eu Sou Faz a Diferença"

Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dos seus formandos dizendo-lhes da diferença que tinham feito em sua vida de mestra.
Chamou um de cada vez para frente da classe. Começou dizendo a cada um a diferença que tinham feito para ela e para os outros da turma.
Então deu a cada um uma fita azul, gravada com letras douradas que diziam: 'Quem Eu Sou Faz a Diferença.
Mais adiante, resolveu propor um Projeto para a turma, para que pudessem ver o impacto que o reconhecimento positivo pode ter na comunidade.
Deu para cada um dos alunos mais três fitas azuis com os mesmos dizeres, e os orientou a entregarem as fitas para as pessoas de seu conhecimento que achavam que desempenhavam um papel diferente, que faziam a diferença. Que deveriam poder acompanhar os resultados para ver quem homenagearia quem, e informar esses resultados à classe ao final de uma semana.
Um dos rapazes procurou um executivo iniciante em uma empresa próxima, e o homenageou por tê-lo ajudado a planejar sua carreira. Deu-lhe uma fita azul, pregando-a em sua camisa. Feito isso, deu-lhe as outras duas fitas dizendo:
“Estamos desenvolvendo um projeto de classe sobre reconhecimento, e gostaríamos que você escolhesse alguém para homenagear, entregando-lhe uma fita azul, e mais outra, para que ela, por sua vez, também pudesse homenagear outra pessoa, e assim manter este processo vivo. Pediu: “Depois, por favor, me conte o que aconteceu.”
Mais tarde, naquele dia, o executivo iniciante procurou seu chefe, que era conhecido, por sinal, como uma pessoa de difícil trato. Fez seu chefe sentar, disse-lhe que o admirava muito por ser um gênio criativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso. O executivo subalterno perguntou a ele se aceitaria uma fita azul e se permitiria que colocasse nele.
O chefe surpreso disse: “É claro!” Afixando a fita no bolso da lapela, bem acima do coração. O executivo deu-lhe mais uma fita azul igual e pediu: “Leve esta outra fita e passe-a a alguém que você também admira muito.” E explicou
sobre o projeto de classe do menino que havia dado a fita a ele próprio.
No final do dia, quando o chefe chegou a sua casa, chamou seu filho de 14 anos e o fez sentar-se diante dele, dizendo:
-“A coisa mais incrível me aconteceu hoje. Eu estava na minha sala e um dos executivos subalternos veio e me deu uma fita azul pelo meu gênio criativo. Imagine só! Ele acha que sou um gênio! Então me colocou esta fita que diz que
Quem Eu Sou Faz a Diferença. Deu-me uma fita a mais pedindo que eu escolhesse alguma outra pessoa que eu achasse merecedora de igual reconhecimento. Quando vinha para casa, enquanto dirigia, fiquei pensando em quem eu escolheria e pensei em você... Gostaria de homenageá-lo. Meus dias são muito caóticos e quando chego em casa, não dou muita atenção a você. Às vezes grito por não conseguir notas melhores na escola, e por seu quarto estar sempre uma bagunça. Mas hoje, agora, me deu vontade de tê-lo à minha frente. Simplesmente, para dizer-lhe  que você faz uma grande diferença para mim. Além de sua mãe, você é a pessoa mais importante da minha vida. Você é um grande garoto filho, e eu te amo!”
Surpreso o garoto respondeu.
-“Pai, poucas horas atrás eu estava no meu quarto e escrevi uma carta de despedida endereçada a você e à mamãe, explicando porque havia decidido ir embora e lhes pedindo perdão. Pretendia ir enquanto vocês dormiam. Achei que vocês não se importavam comigo. A carta está lá em cima, mas acho que afinal, não vou precisar dela mesmo.”
Seu pai foi lá em cima e encontrou uma carta cheia de angústia e de dor.
O homem foi para o trabalho no dia seguinte completamente mudado. Ele não era mais ranzinza e fez questão de que cada um dos seus subordinados soubesse a diferença que cada um fazia. O executivo que deu origem a
isso ajudou muitos outros a planejarem suas carreiras e nunca se esqueceu de dizer-lhes o quanto cada um havia feito diferença em sua vida... Sendo um deles o filho do próprio chefe.
A consequência desse projeto é que cada um dos alunos que participou dele aprendeu uma grande lição. De que Quem Você É Faz sim, uma Grande Diferença!

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