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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Dinâmica – Influências Positivas e Negativas. Refletir sobre como somos influenciados, tanto de forma positiva como negativa. Perceber que temos o poder de escolha sobre nossas decisões e ações.




Dinâmica – Influências Positivas e Negativas
OBJETIVOS:
1. Refletir sobre como somos influenciados, tanto de forma positiva como negativa.
2. Perceber que temos o poder de escolha sobre nossas decisões e ações.
3. Aquecer o grupo para realização de outras atividades.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas.
TEMPO: 1h30’ (varia de acordo com o tamanho do grupo).
MATERIAL: Venda e cadeiras.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que farão uma atividade para descontrair, aquecer e perceber como agimos no cotidiano.
DESENVOLVIMENTO:
1.O facilitador pede ou escolhe um voluntário que deverá executar a tarefa.
2.O facilitador explica para o voluntário na presença do grupo que a tarefa dele será  atravessar a sala de olhos vendados e não tocar em nenhuma das cadeiras que serão espalhadas por toda área.
3.Após sai com o voluntário da sala e explica a ele que terá auxílio dos membros do grupo, porém um grupo irá ajudá-lo, fornecendo informações corretas para que não tropece nas cadeiras e consiga realizar a tarefa até o fim, que é atravessar a sala a partir do fundo até a frente. Já outro grupo irá tentar atrapalha-lo, fornecendo informações incorretas e dificultando que consiga realizar a tarefa. Cabe ao voluntário escolher em qual dos grupos irá confiar e seguir as instruções. E também só deverá retirar a venda quando instruído a isto.
4.Aí o facilitador volta para a sala, deixando o voluntário fora da sala e pedi para ele aguardar até que as cadeiras sejam arrumadas.
OBS:O facilitador precisa tomar cuidado para que o voluntário não ouça as instruções que serão dadas ao grupo que permaneceu na sala.
Para o grupo que fica na sala o facilitador da as seguintes instruções:
Reforça que a tarefa do voluntário será atravessar a sala, do fundo até a frente, de olhos vendados. E que o grupo deve espalhar as cadeiras de modo que pareça bem difícil para o voluntário realizar a tarefa. Mas explica que após o voluntário entrar na sala e ser posicionado e vendado, as cadeiras devem ser retiradas em silêncio de modo que o caminho fique livre. Explica que deverão fornecer as instruções para que o voluntário execute a tarefa, mas explica que quando saiu disse ao voluntário que um grupo iria ajudá-lo fornecendo informações corretas para que não tropece nas cadeiras e consiga realizar a tarefa até o fim, que é atravessar a sala a partir do fundo até a frente. Já outro grupo, irá tentar atrapalha-lo, fornecendo informações incorretas e dificultando que consiga realizar a tarefa. E que o voluntário deverá escolher em qual dos grupos irá confiar e seguir as instruções.
Então, o facilitador divide o grupo de forma que um dará as informações corretas e outro dará as informações incorretas.
OBS: Se o facilitador tiver um ajudante pode realizar os passos 3 e 4 concomitantemente, um ficando responsável em instruir o voluntário e outro o grupo.
5.Quando todos estiverem prontos e instruídos o facilitador pede para o voluntário entrar posiciona-o no fundo da sala e o venda (o grupo retira as cadeiras em silêncio) dando início a atividade.
Estabelece que o voluntário terá 2’ para realizar a atividade. Nesse momento o grupo pode começar a dar as instruções.
6. Ao termino do tempo, o facilitador cessa a atividade e pede para que o voluntário responda as seguintes questões sem tirar a venda.
-Você acha que conseguiu realizar a tarefa?
-Foi difícil? Foi Fácil?
-O que contribuiu ou não para realizar a tarefa?7- Após ele ter respondido as questões pedir para que tire a venda e veja que não havia cadeiras.
DISCUSSÃO:
Ao término da atividade, pedir para o grupo se dispor em semicírculo e perguntar:
Primeiro para o voluntário: O que sentiu quando tirou a venda e viu que não havia cadeiras?
.Depois abrir para o grupo todo:
.O que acharam da atividade?
.O que de fato aconteceu durante a atividade?
.Acham que o voluntário teve dúvidas em seguir as orientações dadas pelo grupo.
.O fato de ele ter dúvidas sobre quais orientações seguir prejudicou a execução da tarefa?
CONCLUSÕES:
Concluir com o grupo que:
-Tendemos a ser influenciados pelas pessoas em quase tudo que fazemos. Que essas influências podem nos atrapalhar já que nem todas são positivas. Pois dificultam que escolhamos o caminho melhor para nós seguirmos.
Que muitas vezes construímos nossas crenças e valores baseados nessas influências e que cabe a nós escolhermos e avaliarmos em que realmente acreditamos. Temos nosso livre arbítrio para isso. Precisamos estar atentos para não nos influenciarmos com proposições erradas e falhas, para que não prejudique nossos julgamentos, valores e atitudes.
Elucidar que atualmente estamos sujeitos a várias informações, principalmente com as redes sociais, e muitas delas falsas e duvidosas que são divulgadas e repassadas sem que sejam checadas, o que pode causar muitos problemas, como preconceitos, estereótipos, Bullying, desavenças e atritos.
Ao final abrir para o grupo contar casos onde se sentiram influenciados negativamente ou positivamente e as consequências dessas influências.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

SOMOS RESPONSÁVEIS POR NOSSA FELICIDADE!

Olá a todos!!
Recebi o texto abaixo e achei que é importante discorrer e refletir sobre o assunto. Somos responsáveis por nossa felicidade?
Percebemos que muitas vezes, atribuímos a "culpa" por nossa infelicidade a vários fatores:
- Não pedi para nascer.
- Meus pais foram assim e assado e por isso sou assim.
- Não tive sorte na vida.
- Mesmo em processo psicoterápico atribuímos a culpa de nossos comportamentos às vivências da infância, da relação com nossos pais, irmãos, parentes, amigos de escola, etc.
- Até atribuímos a um  Carma.

Acredito que todos esses fatores podem explicar algumas de nossos sentimentos de menos valia, frustração, medo, etc. Porém nosso papel é de melhorar e evoluir. Não de ficar preso a esses acontecimentos e sentimentos. Para isso,  precisamos achar caminhos para superar todas essas frustrações e dificuldades. Claro que muitas coisas podem ter acontecido conosco é nos causam dor e sofrimento, não devemos negá-las e temos direito de sofrer por elas, reclamar e até nos revoltar. O que não dá é para nos estagnar. Não adianta chorar sobre o leite derramado!  É preciso vontade e esforço para mudar nossos pensamentos e sentimentos padronizados que impendem nossa evolução. Cabe a nós mudar o curso de nossa história, mesmo que não consigamos alterá-lo 100%.
Há várias maneiras que podemos utilizar para isso, sempre buscando nosso auto conhecimento e deixando de lado nosso comodismo de querer culpar alguém por nossa infelicidade.
Podemos fazer terapia,  meditação, exercícios, mudar nosso padrão de pensamento, trabalhos voluntários, espiritualizar-nos etc.. Mas tudo isso só será efetivo se tivermos um sentimento genuíno de querer nossa  mudança interna. Não é fácil mas depende muito de nós.
Veja o texto abaixo e reflita.

Lilian Bendilatti
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Trecho da mensagem "Memórias do Picolé", no livro "Socorro e Solução", de José Carlos De Lucca
 
 "O comportamento que hoje temos é fruto da imagem que formamos a nosso respeito ao longo do tempo, sobretudo no período da infância. Mas essa imagem nem sempre reflete a realidade daquilo que efetivamente somos, pois ela pode ter sido distorcida por uma equivocada interpretação dos fatos que nos sucederam. De qualquer maneira, formado o conceito do que pensamos ser, passamos a agir de acordo com ele, fazendo de tudo para confirmá-lo, como se fôssemos atores representando o personagem que elaboramos em nossa mente. E, assim, vamos construindo nosso destino.

Muitas pessoas, apesar dos esforços que realizam para ter uma vida feliz, não conseguem alcançá-la, porque o autoconceito que carregam dentro de si está em antagonismo com os seus propósitos de felicidade. (...)

É preciso neutralizar as memórias destrutivas, porque foram construídas sobre premissas falsas... É como geralmente os motoristas agem quando sabem que, num determinado trecho da rodovia, existe um radar; eles desaceleram, ficam atentos para não ultrapassarem o limite de velocidade.

O segundo passo é construir memórias positivas a nosso respeito. Como Jesus afirmou que somos deuses, que somos o sal da Terra e a luz do mundo, vamos fortalecer a nossa autoimagem repetindo para nós mesmos as seguintes palavras: Eu mereço, eu sirvo, eu sou digno, eu posso conseguir, eu sou capaz, eu tenho valor..."

 

 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

EXERCÍCIO FRAQUEZA E FORÇA - AUTOCONHECIMENTO E FORTALECIMENTO INTERIOR

OBJETIVO:
Propiciar possibilidade de análise de nossas forças e fraquezas e buscar através do manejo delas nos fortalecer interiormente.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas.
TEMPO: de 40’ à 1h.
MATERIAL: Folha de sulfite e lápis.
DESENVOLVIMENTO:
1-  O facilitador entrega uma folha de sulfite e lápis para cada participante do grupo e pede para que façam uma linha divisória no papel a fim de que a folha fique dividida no meio em seu sentido vertical. Pedir para que coloquem na coluna da esquerda o título fraquezas e no da direita forças. De forma que o papel fique como segue.
 
FRAQUEZAS
FORÇAS
- Assim que tiverem com a folha pronta, peça para listarem suas fraquezas e forças nas respectivas colunas. Dê 5 minutos para que executem a tarefa.
3- Quando todos tiverem terminado sua listagem peça para que a guardem por alguns momentos, pois irão fazer um exercício.
4- O facilitador então pede para que cada um procure uma posição na qual se senta confortável na cadeira.
5- Começa fazendo um relaxamento, conduzindo os participantes a uma praia ou floresta. Quando o facilitador perceber que todos já estão relaxados inicia, verdadeiramente, o exercício dizendo pausadamente:
. Entre em contato consigo mesmo. Sinta seu verdadeiro eu.
. Agora perceba suas fraquezas e forças. Lembre-se das que você listou anteriormente.
. Agora, mantenha um diálogo silencioso entre suas fraquezas e forças.
. Inicialmente, personifique suas fraquezas. Faça sua fraqueza conversar com sua força. Algo como: Como sou tão fraco e você tão forte. Você pode fazer tantas coisas como...(o facilitados aguarda alguns segundos em silêncio). Entre em alguns detalhes sobre como você é fraco e sua força é forte... (o facilitador aguarda alguns segundos em silêncio). Mantenha esse diálogo por alguns momentos.
. Agora troque de lugar e torne-se a força. Como se sente sendo a força? Como você é como força? Como sua força se sente em relação a sua fraqueza? Diga a sua fraqueza o que ser forte faz por você? O que obtém sendo forte?
. Troque de lugar, novamente. Seja de novo a fraqueza. O que responde a força? Como se sente agora em relação à força? Conte à força o que consegue sendo fraco? Que compensações têm sendo fraco? Conte à força o que adianta ser fraco? Quais as vantagens de ser fraco? Como você usa sua fraqueza para manipular os outros e fazer com que eles te ajudem, tenham pena de você, etc.? Reconheça a força de sua fraqueza.
. Agora se torne novamente a força. O que diz agora para a fraqueza? Fale sobre as desvantagens de ser forte. Como os outros se apoiam em você por ser forte? Como as pessoas sugam sua energia.
. Vá conversando mudando de papel quantas vezes quiser, e mantendo o diálogo entre as duas. (o facilitador aguarda em silêncio por volta de 30 segundos).
. Agora que vocês fraqueza e força puderam conversar: Que conclusões você chegou. Como se sente em relação a sua força e fraqueza? O facilitador dá um tempo de aproximadamente 30’ para essas conclusões.
6- Nesse momento o facilitador conduz o grupo para que saia do relaxamento de forma gradativa.
7-Quando todos estiverem despertos explica que esse exercício é fundamentalmente individual. Que as conclusões e análises são personalizadas e que muitas vezes não temos um resultado imediato. Mas, que podemos discutir alguns aspectos mais gerais (o facilitador, então usa as perguntas que estão listadas no item discussão para dar andamento ao exercício).
DISCUSSÃO:
Perguntar ao grupo:
-O que acharam da atividade?
-Conseguiram entrar em contato com suas forças e fraquezas? Qual foi mais difícil: se conectar com suas forças ou com suas fraquezas (geralmente conseguimos nos conectar com nossas fraquezas mais facilmente).
-Quais os sentimentos que conseguiram captar quando entraram em contato com as fraquezas? E com as forças? Sentiram raiva, vergonha, alegria, motivação, etc. Souberam aceitar esses sentimentos?
-Quais dificuldades encontraram para dialogar com as forças e fraquezas? Conseguiram transpor essas dificuldades à medida que o exercício foi sendo desenvolvido? Ou não?
- Houve mudança na maneira de ver suas forças e as fraquezas? Que conclusões chegaram ao que se refere a como elas se comunicam e atuam em sua vida?
- Será que muitas vezes quando nos mostramos fracos, estamos buscando aceitação, amparo, etc.
- E quando nos mostramos fortes, sempre temos vantagens?
- Costumamos parar para nos conhecer melhor? Nossas forças e fraquezas?
Nota1: O facilitador pode abrir para que algum ou alguns dos participantes exponham brevemente sua experiência.
Nota2: Esse é um exercício muito pessoal que toca profundamente as pessoas e por isso o facilitador precisa ser experiente para conduzi-la. Não há necessidade que as pessoas exponham sua experiência. Os resultados são obtidos de forma individual e com análise pessoal.
CONCLUSÃO:
Concluir que muitos de nossos comportamentos que refletem fraquezas podem ser subterfúgios que utilizamos para nos adaptar às situações. Muitas vezes, mostrar força pode afugentar as pessoas ou dificultar nossos relacionamentos.
Que nossas fraquezas são muito importantes para propiciar nosso desenvolvimento e crescimento pessoal. Que diante de dificuldades e obstáculos podemos promover mudanças e crescimento em nós mesmos.
Que precisamos reconhecer nossas forças para poder utilizá-las de forma adequada. E ao mesmo tempo precisamos reconhecer nossas fraquezas para buscarmos maneiras de superá-las.
Só quando nos conhecemos e nos esforçamos em busca de nosso aprimoramento que conseguimos nos fortalecer interiormente.
Essa atividade é uma releitura do Exercício Forças- Fraquezas do livro Tornar-se Presente – Stevens, John O.
Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
Faça um comentário ou mande um e-mail:
Lilian Bendilatti
                              www.centrodenumerologia.blogspot.com

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Dinâmica para trabalhar Motivação Interna, Atitudes Proativas, Pensamentos Assertivos e Positivos - Somos nós que fazemos a vida.

OBJETIVO:
1- Propiciar que cada participante entre em contato com seus sentimentos e dificuldades reconhecendo-os e produzindo atitudes proativas e assertivas para solução ou amenização deles.
 2- Perceber que nossos pensamentos e sentimentos afetam nossa conduta e nossa visão de vida. E que sentimentos negativos geram problemas físicos, mentais e espirituais.
PARTICIPANTES: até 20 pessoas, varia de acordo com o tamanho da sala.
TEMPO: de 40’ à 1h.
MATERIAL: Sala Ampla. Aparelho de som e CD com músicas (o facilitador deve preparar um cd com um conjunto de músicas para serem usadas nas diferentes situações propostas durante o exercício e com um tempo adequado para cada fase). Se puder gravar já com o tempo necessário para cada fase, facilita muito a aplicação da dinâmica.
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que irão fazer uma atividade onde poderão entrar em contato consigo mesmos e buscar maneiras de melhorar sua autoestima e motivação interna.
DESENVOLVIMENTO:
1- O facilitador pede ao grupo que fique de pé se espalhe pela sala. (Coloca uma música de fundo que incite sentimentos de raiva, tristeza, etc. isto é, que sentimentos de desconforto e que tragam a tona problemas. Geralmente músicas com batidas mais fortes e mais intensas são mais adequadas para essa fase).
- Pede para que circulem pela sala e pensem nos problemas que os incomodam, que causam desconforto, sentimentos negativos e que precisam resolver.
Tempo para essa fase: 1 minuto, aproximadamente.
2- Nota: Nessa fase a música pode ser a mesma que na fase anterior, porém mais baixa ou pode ser escolhida outra.
Pede para que continuem caminhando e agora, em voz alta, digam como se sentem em relação a essas dificuldades e problemas que pensaram.
Temo para essa fase: 1 minuto, aproximadamente.
3- Parar a música e pedir para expressarem com o corpo esses sentimentos de cansaço, medo, tristeza, impotência, decepção, desespero, raiva, etc. Explicando que devem transformar em uma posição corporal esses sentimentos. Pedir para que congele nessa posição como se fosse uma estátua.
Tempo para essa fase: 1,5 minuto, aproximadamente.
4- Agora peça para que repitam a frase: Somos nós que fazemos a vida. Como der, puder ou quiser. E logo em seguida, convide as pessoas a tomarem uma atitude, se libertando dessa posição de estátua. Se sacudindo, mexendo. Enfim, se libertando desses sentimentos. Buscando os sentimentos de felicidade, paz, alegria, amor, etc. para si mesmos e para os demais.
Tempo para essa fase: 1,5 minuto, aproximadamente.
5- Pedir, então que todos fiquem em silêncio para celebrar esse compromisso que assumiram em favor da vida feliz e plena. Enquanto isso é colocada, baixinho, a música O que é, o que é? (Gonzaguinha).
6- O facilitador aumenta o volume e convida a todos para cantarem e dancem, juntos, a música com entusiasmo e alegria. Se contagiando com energias positivas, produzidas pelo clima formado.
7- terminar o exercício com um abraço grupal.
DISCUSSÃO:
Perguntar ao grupo:
- O que acharam da atividade?
- Como estão se sentindo no momento? Alegres, mais soltos e descontraídos?
- Conseguiram sentir os problemas? E depois transformar os sentimentos em uma posição? Se não conseguiram o que os impediu? Se conseguiram, quais sentimentos tiveram?
- A música por si só já transmitiu sentimentos?
- Puderam achar alternativas para resolução de seus problemas e transmutar os sentimentos negativos em positivos?
- Conseguiram buscar atitudes e mudanças nos sentimentos com o intuito de se libertarem dos problemas e sentimentos ruins que eles causam.
- Temos costume de dar um tempo a nós mesmos e entrar em contato com nossos sentimentos negativos, com o intuito de nos conhecer melhor e buscar alternativas? Ou estamos com tanta pressa e tão envolvidos em nossos problemas e afazeres que nem percebemos nossos sentimentos?
Nota: Após essa discussão reservar um espaço para quem quiser possa contar sua experiência particular em relação ao exercício.
CONCLUSÃO:
Concluir que levamos a vida de acordo com nossas crenças, pensamentos e sentimentos. Que muitas vezes nem percebemos que estamos fazendo mal a nós mesmos e nossa saúde.
Que estamos tão acostumados com a negatividade que nem percebemos como ela nos afeta.
Que precisamos dedicar um tempo a nós mesmos para nos conhecer, curtir nossas tristezas, mas que podemos usar de nossas ferramentas pessoais para nos ajudar. Ou ainda, podemos buscar ajuda para resolver ou amenizar nossos problemas. Que a ajuda não envolve só poder financeiro, temos vários grupos religiosos, de apoio, etc. Que muitas vezes para nos ajudar temos que esquecer um pouco de nós mesmos e nos voltarmos para a ajuda ao próximo necessitado.
Que nossa motivação e busca pela felicidade está em nós mesmo e que precisamos deixar que nossas potencialidades fluam.
Que está em nossas mãos a capacidade de ser feliz, nutrindo boas energias e nos dedicando ao próximo.
Isso tudo, não significa que não teremos problemas e que existirão problemas imensos a superar, porém cabe a nós encarar as dificuldades como oportunidades e ensinamentos. Que a intensidade de nosso sofrimento vai depender de como encaramos e enfrentamos os problemas e situações difíceis. Que precisamos ser resilientes, que significa: desenvolver nossa capacidade de ser firme, superar obstáculos, ser resistente enfrentando as dificuldades sem desistir do combate.
Que sempre podemos fazer a vida como der, puder ou quiser.
Nota: O melhor é que essas conclusões sejam advindas do grupo. O facilitador pode fazer perguntas que levem o grupo a chegar a essas conclusões ou a outras, também, importantes.

Essa atividade é uma releitura do Exercício Somos nós que fazemos a vida.. Não sabemos a autoria. Caso alguém saiba, por favor, nos informe para podermos dar os créditos.

Você tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
Faça um comentário ou mande um e-mail.

Lilian
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

DINÂMICA PARA TRABALHAR PRECONCEITO E EXCLUSÃO

PARTICIPANTES: até 20 pessoas.
TEMPO: 40’
MATERIAL: Etiquetas autocolantes com frases como:
SOU CRIATIVO: OUÇA-ME
SOU INFERIOR: IGNORE-ME
SOU PREPOTENTE - TENHA MEDO
SOU SURDO(A) – GRITE
SOU PODEROSO(A) – RESPEITE
SOU ENGRAÇADO(A) – RIA
SOU SÁBIO(A) – ADMIRE-ME
SOU ANTIPÁTICO(A) – EVITE-ME
SOU TÍMIDO(A) – AJUDE-ME
SOU MENTIROSO(A): DESCONFIE
SOU MUITO PODEROSO(A): BAJULE-ME
APERTE MINHA MÃO
ABRACE-ME
ME ISOLE
PISQUE PARA MIM
ME CONVIDE PARA DANÇAR
AFASTE-SE DE MIM
IGNORE-ME
SEGURE MINHA MÃO
DIGA-ME OLÁ
ME FAÇA UM ELOGIO
ME DESEJE PARABÉNS
ME FAÇA UM CARINHO
ME CONVIDE PARA SENTAR
OBJETIVO: Trabalhar temas como: Preconceito, Exclusão Social, “Booling”(atitudes de chacota, piadinhas e agressões entre os indivíduos, principalmente observada nas escolas e nas relações de trabalho), Reforçar a Auto – Estima, Percepção de Padrões Energéticos Pessoais.
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que farão uma atividade onde serão coladas etiquetas na testa de cada um e que ninguém pode ver o que está escrito em sua testa, nem os  poderá falar o que está escrito na testa dos outros.
PROCESSO:
1-    Colocar as etiquetas na testa de cada um. Reforçando que não poderão saber o que está escrito e que nem um participante pode contar ao outro o que está escrito.
2-    Após todos estarem devidamente “rotulados”, pedir para que andem pela sala e interajam uns com os outros de acordo com o que está escrito na testa de cada um. Isto é, se comportando de acordo com o que está escrito na testa de cada um dos participantes.
3-    Deixar que interajam por volta de 5 minutos.
4-    O facilitador deve observar atentamente as reações e clima gerado pelo exercício para que tenha subsídios para fomentar a discussão posterior.
5-    Após esse período cessar a atividade e pedir para que sentem. Mas, não tirem a etiqueta. Vale a norma de não saber o que estava escrito em sua testa nem comentar o que está escrito na testa dos outros participantes.
6-    Perguntar a cada participante, individualmente:
. Que sentimentos teve durante a atividade? Sentiu-se bem? Pressionado? Deslocado? Confortável?
.Como os outros participantes reagiram com você. Como se sentiu em relação a eles.
. O que acha que está escrito em sua testa?
- Pedir para que tire sua etiqueta e olhe o que está escrito.
. Era isso que esperava que estivesse escrito? A atitude que tiveram com você foi justa? Agora que sabe o que estava escrito, seu sentimento em relação a como lhe trataram mudou?
7-     Ao término de todos os depoimentos, perguntar:
- O que podem extrair dessa experiência?
- O que acarreta esse tipo de situação: Preconceitos? O hábito que temos de Rotular as pessoas? A própria pessoa não ter autoconfiança e autoestima e irradiar essa energia para os outros?
- O que ocorreu durante a atividade, pode acontecer em nosso dia a dia?
          - As pessoas que foram discriminadas, como se sentiram? O que poderiam fazer para não se sentirem assim?
          - As pessoas que se sentiram desconfortáveis. O que poderiam fazer para se sentirem melhor?

Nota: O facilitador precisa se preparar para discutir os conceitos de:
O que são preconceitos, porque ocorrem. O que podemos fazer a respeito?
O que é um rótulo? Porque tendemos a rotular as pessoas? O que isso acarreta nas relações.
Como nossas energias e pensamentos podem influenciar a nós mesmos e as reações dos outros?
Esta dinâmica é uma releitura da Dinâmica - Patinho Feio (ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação das múltiplas inteligências. 3ª edição, Petrópolis, Vozes, 1999) e da Dinâmica - Rótulos de autoria não identificada.



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