OBJETIVO: Propiciar que o grupo aprenda a
atuar de forma cooperativa. Perceber que a cooperação pode trazer muitas
vantagens para os relacionamentos e alcance de resultados.
PARTICIPANTES: grupos
de até 5 participantes cada.
TEMPO: 1h.
MATERIAL: Cadeiras,
aparelho de som, música alegre.
DESCRIÇÃO: O
facilitador explica ao grupo que a tarefa será a da dança das cadeiras, só que
de modo diferente.
DESENVOLVIMENTO:
1-
Dividir os participantes em grupos de até 8 participantes,
cada.
2-
Fazer um círculo de cadeiras com os assentos
virados para fora. Certificar-se que o número de cadeiras disponíveis seja uma
a menos que o total de pessoas de cada grupo. Por exemplo: se o grupo tiver 5
participantes só haverá 4 cadeiras disponíveis.
3-
Explicar que será colocada uma música e que os
participantes de cada grupo devem caminhar em volta das cadeiras, acompanhando
o ritmo dela. Quando a música parar devem se sentar o mais rápido possível. Mas, nenhum participante pode ficar em pé, fora
das cadeiras, quando a música estiver parada. O facilitador não deve falar que
o grupo precisa usar de cooperação para executar a tarefa.
4-
Devem ser feitas várias rodadas, sendo que em cada
uma delas uma cadeira é retirada até que sobre apenas uma em cada grupo. Se o grupo não conseguir que todos os
participantes estejam sentados a cada parada da música (rodada) a cadeira não é
retirada e se manterá o mesmo número de cadeiras até conseguir. Se tiver mais
que um grupo, será vencedor aquele que terminar primeiro a tarefa total que é
de ter o grupo todo sentado com apenas uma cadeira.
DISCUSSÃO:
Depois de terminada a atividade o facilitador pergunta ao grupo:
1- Como se sentiram durante a atividade?
2- Conseguiram executar a atividade? Conseguiram
que todos estivessem sentados a cada rodada e ao final da atividade? Se não
conseguiram, por quê? O que faltou? Se conseguiram, o que fizeram para isso?
3- Quais as dificuldades que sentiram? O
que impediu que conseguissem realizar a atividade a contento?
Levar o grupo a perceber que muitas
vezes temos uma postura tão competitiva da vida que não conseguimos nos livrar
dela. Ou por outro lado, não conseguimos ter contato corporal com nosso colega,
por preconceito, timidez, etc.
4- Para as pessoas que conseguiram atuar
de forma que todos sentassem, tiveram receios? Preconceitos? Dificuldades em se
aproximar do colega? Como fizeram para lidar com esses aspectos?
5- Quais artifícios precisaram usar para
cumprir o objetivo da atividade?
6- Essa experiência pode ser
transportada para o nosso dia a dia? Frequentemente, encontramos dificuldades
em não competir? Porque? Somos seres
competitivos? Que vantagens temos em competir? Que desvantagens?
7- Que vantagens temos quando
cooperamos? Como podemos trabalhar em grupo? Que desvantagens temos em ser
cooperativos? Podemos ser considerados bobos. Como fica a lei de Gerson? Temos
que levar vantagem em tudo?
Levar o grupo a refletir sobre as
vantagens da cooperação e do trabalho em grupo no favorecimento dos
relacionamentos, na valorização do respeito, no alcance de objetivos mais
satisfatórios e muitas vezes mais rápidos. Quando trabalhamos com sentido de
cooperação os objetivos são comuns a todos e por isso todos se voltam para
conquistá-los. E claro que em alguns momentos da vida vamos viver nosso lado
competitivo, mas esse nunca pode ser voltado para prejudicar os demais. Por expl.:
em uma competição de natação a pessoa fará tudo para ganhar, mas não poderá
usar de maneiras escusas para prejudicar seu adversário.
CONCLUSÕES:
Há vários
momentos da vida em que precisamos competir, e isso não é errado. Mas se
pudermos usar da cooperação na maior parte das atividades de nossas vidas,
alcançaremos a Sinergia que é o momento
em que o todo é maior que a soma das partes.
Você
tem alguma sugestão para aperfeiçoar essa dinâmica.
Faça um comentário ou mande um e-mail:
dinamicaspassoapasso@gmail.com
Lilian